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12/03/12
61% dos brasileiros levam trabalho para casa, diz estudo
Segundo pesquisa da Randstad, 36% dos profissionais afirmam também que os empregadores esperam que eles estejam disponíveis 24 horas por dia
Da redação

Um estudo da Randstad, companhia especializada em recursos humanos, mostrou que seis em cada dez brasileiros (61%) lidam com questões profissionais fora do horário de trabalho. As informações são do Valor Online.

 

Realizado em 32 países, o estudo mostrou que o índice brasileiro é semelhante à média global, que fica entre 50% e 60%. Do total de entrevistados, 36% dos brasileiros afirmaram que seus empregadores esperam que eles estejam disponíveis 24 horas por dia, sete dias por semana. A média global nesse quesito é de 40%.

 

Apesar de 56% dos profissionais do Brasil considerar uma falha não responder e-mails ou atender telefonemas imediatamente, apenas 17% fazem isso. Outros 77% disseram se incomodar com quem tem este tipo de comportamento.

 

Neste ponto, os brasileiros são mais preocupados do que os profissionais de outros países. Apenas 40% dos estrangeiros consideram um problema não responder e-mails ou telefonemas imediatamente. China e Índia, no entanto, tem índices superiores ao brasileiro: 72%.

 

Em relação ao acesso à internet, 81% dos profissionais brasileiros afirmam ter acesso à internet no escritório. Enquanto 19% dizem se distrair com e-mails e telefone, outros 21% afirmam ser menos produtivos porque podem acessar a internet a qualquer momento. Entre os brasileiros, 23% afirmaram receber do próprio empregador smartphones com acesso aos e-mail dos trabalhos. 

 

Quatro em cada dez brasileiros (39%) dizem que recebem mais informação do que são capazes de processar. O índice é menor do que o observador em Hong Kong (74%), Índia (74%) e Malásia (67%). Na Holanda o índice é de apenas 19%.

 

Na questão do comportamento na rotina profissional, 65% dos brasileiros disseram preferir o contato cara-a-cara do que tratar assuntos por telefone ou e-mail. O índice é semelhante a média global, de 70%. Na Turquia a taxa chega a 80% enquanto que no Japão e na Noruega ela é de 57%.



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