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14/11/13
Operadoras questionam suspensão de planos e saúde
Abramge cobrou transparência e anunciou que entrou com recurso em defesa de seus associados, sob apreciação do STJ e do STF
Da redação

Rio de Janeiro - Entidades que representam as operadoras de planos de saúde reagiram à suspensão das vendas anunciada pela Agência Nacional de Saúde (ANS), nesta quarta-feira (13). Com informações do Esatado de S. Paulo, Abrange, Fenasaúde e ANS.

>> ANS anuncia nova suspensão de mais 150 planos de saúde de 41 operadoras

A Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge), à qual 245 operadoras estão ligadas, se manifestou contrariamente à medida, cobrou transparência e anunciou que entrou com recurso em defesa dos associados, sob apreciação do STJ e do STF. 

Em nota, a associação informou que o processo deve ser revisto, principalmente no que diz respeito à sustentabilidade de empresas que têm seus produtos suspensos. A associação defende a adoção de uma nota mínima para a avaliação das empresas e a possibilidade de elas se defenderem antes de serem notificadas. 

A Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), que representa 17 empresas, informou que também aguarda decisão do STJ e do STF sobre o para a revisão da suspensão e esclareceu que sempre defendeu a criação de um grupo técnico que visa à melhoria do processo de monitoramento.

A ANS anunciou ontem a suspensão de comercialização de 150 planos de saúde de 41 operadoras a partir de segunda-feira, 18, em razão de reclamações de consumidores com relação a negativas de cobertura e a descumprimentos dos prazos máximos de atendimento para marcação de consultas, exames e cirurgias, estabelecidos em três, sete e 21 dias, respectivamente.



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