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28/01/14
Albert Einstein (SP) investirá R$ 1,2 bilhão em expansão
Só este ano serão cerca de R$ 320 milhões para a construção de uma faculdade de medicina e adoção de uma nova solução tecnológica para administrar dados da unidade
Da redação

São Paulo - O Presidente do Hospital Israelita Albert Einstein, Claudio Lottenberg, traçou um plano de expansão para o hospital que é considerado um dos mais conceituados do país. Este ano o Einstein investirá cerca de R$ 320 milhões na construção de uma faculdade de medicina, na implantação tecnológica para centralizar os dados de pacientes e na gestão do hospital público Santa Marina, que atualmente está desativado.

Segundo Lottenberg, até 2017 o projeto de expansão prevê aportes da ordem de R$ 1,2 bilhão. ?Boa parte desses recursos será para o setor de tecnologia? e ampliação física da unidade.

Dos R$ 320 milhões previstos para este ano, R$ 100 milhões serão para a construção de uma faculdade de medicina ao lado da unidade do Morumbi, na capital paulista. "Serão 100 alunos por ano, parte deles bolsistas?", disse. A expectativa, segundo o gestor, é de que a estrutura esteja pronta até 2018 e as aulas ministradas já em 2015 nas instalações da faculdade de enfermagem do Einstein, a dois quilômetros do hospital.

A proposta de formar novos médicos já dura três anos. Além da graduação, o hospital tem cursos de pós-graduação lato sensu (especialização) em ciências da saúde, e, neste ano, começa a fazer orientação stricto sensu (mestrado).

Outro grande investimento, de R$ 180 milhões, será destinado à adoção de uma nova solução tecnológica para administrar os dados dos pacientes hospitalares e ambulatoriais. Através de uma parceria com a norte-americana Cerner Millennium, empresa especializada em hospitais e sistemas de saúde, O Einstein pretende integrar todas as informações do hospital e otimizar processos que eliminam erros e desperdícios.

Lottenberg garante que essa tecnologia será implementada até 2016 e toda a área de armazenamento de dados será transferida do Morumbi para o Itaim (SP). "?Com a transferência, teremos uma nova ala para os pacientes"?, disse.

O sistema permitirá que diversos itens sejam gerenciados simultaneamente, como entrada e alta dos pacientes, controle de protocolos clínicos e registros de administração de medicamentos, e gerenciamento dos recursos disponíveis, como, por exemplo, quartos de internação, quantidade de especialistas por área em cada plantão.

Com receita prevista de R$ 2 bilhões para este ano, o Einstein foi sondado para expandir suas bases no Rio de Janeiro e Brasília. Mas Lottenberg garante que não há planos de avançar fora do Estado de São Paulo, ainda.

Nos próximos dias, o Einstein começará a administrar o hospital Santa Marina, na capital paulista, com investimentos previstos entre R$ 25 milhões e R$ 40 milhões?, segundo Lottenberg. A gestão do hospital municipal de M?Boi Mirim, zona sul de São Paulo, desde 2009, está sob responsabilidade da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, instituição mantenedora do hospital.

Essas parcerias público-privadas começaram no governo Fernando Henrique. O Sírio-Libanês, por exemplo, é gestor de dois hospitais públicos e unidades ambulatoriais.



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