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13/07/12
ANS listou 141 empresas de planos de saúde com problemas financeiros
Nordeste é a segunda região mais afetada, com 22 operadoras insolventes e 326,9 mil beneficiários
Da Redação

Além da recente suspensão da venda de 268 planos que desrespeitaram prazos de atendimento, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) classificou 141 empresas de planos de saúde médico e odontológico com problemas financeiros – 10,3% de 1,3 mil em funcionamento no país –, no estágio chamado Regime de Direção Fiscal. O Nordeste possui 22 operadoras – cerca de 16% do total nacional – neste regime, com 326,9 mil beneficiários atingidos. Até o momento a ANS apenas divulgou números, sem citar o nome das empresas.

A agência listou as empresas devido ao desequilíbrio nas contas e à possibilidade de fechamento. Em todo o país, dois milhões de brasileiros possuem planos de empresas que estão à beira da falência. A região Sudeste é a mais afetada, com 84 operadoras supervisionadas pelo órgão. 

Segunda região em pior situação, o Nordeste possui 326,9 mil beneficiários em planos de empresas passíveis de quebra. O estado de Pernambuco possui o maior índice, com três operadoras e 119.331 usuários. Em seguida os estados da Bahia, com 85.063 usuários de oito operadoras, e Maranhão, com 83.833 concentrados em duas. Em seguida, aparecem as regiões Norte, Sul e Centro-Oeste, com 252,5 mil, 194,5 mil e 110 mil usuários cada uma.

As empresas com graves problemas financeiros que não encontrarem solução para o desequilíbrio nas contas, mesmo após o acompanhamento da agência, passam para a fase de Liquidações Extrajudiciais – negociação em caso de dívidas para que haja acordo com o credor, de modo a liquidar os débitos sem a necessidade da intervenção da justiça. 

Atualmente são 71 operadoras nesta situação em todo o País. Em 2001, esse número foi de cinco operadoras. No Nordeste são 23 empresas neste estágio. Bahia, nove, Pernambuco, oito, e Rio Grande do Norte, duas. Em outros estados, São Paulo tem 18 empresas na mesma situação, Rio de Janeiro, 15, e Minas Gerais, quatro.

Caso as empresas fechem as portas, elas têm um prazo de 30 dias para vender sua carteira e os clientes deverão ser repassados para outras operadoras. Se não conseguir, a ANS realizará leilões e, não havendo venda, os beneficiários poderão procurar outros planos, sem cumprir carência.

Leia mais:
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