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01/02/16
Corrupção é o principal problema do país, segundo pesquisa
Levantamento aponta que 65% dos entrevistados estão mais preocupado com a corrupção. Na Saúde, entidades representativas se comprometeram a adotar códigos de conduta até janeiro de 2018, através da Carta de São Paulo
Da redação

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou, na última terça-feira (26), a pesquisa Retratos da Sociedade Brasileira - Problemas e Prioridades para 2016. Realizada pelo Ibope Inteligência, o levantamento aponta que o brasileiro está cada vez mais preocupado com a corrupção e com os impactos da crise econômica. Cerca de 65% das pessoas entrevistadas consideram que a corrupção é o principal problema do Brasil. Na mesma pesquisa, realizada em 2014, a corrupção ocupou a terceira posição. Já em 2012, a quarta. Com informações do Portal da Indústria.

Em segundo e terceiro lugar, respectivamente, estão os problemas que o país enfrenta com as drogas (61%) e a violência (57%). Lentidão/impunidade também foi um tema que ganhou mais destaque do que nos outros anos, e passou do sexto para o quarto lugar. A saúde aparece em quinto. A pesquisa ouviu cerca de duas mil pessoas de 143 municípios, entre os dias 4 e 7 de dezembro de 2015.

Já em 2014, a ONG Transparência Internacional divulgou ranking sobre a percepção da corrupção no setor público. Conforme o estudo que avaliou 175 países, o Brasil apareceu na 69ª colocação, atrás de países como Chile, Uruguai, Ruanda e Botsuana. O ranking foi configurado a partir de pesquisas que avaliaram a percepção dos entrevistados em relação à corrupção no setor público.

Compliance – Atuando no sentido de fortalecer a cultura de compliance na saúde, a revista Diagnóstico promove, anualmente, o Fórum Hospitais Compliance, o mais importante encontro sobre a sustentabilidade da saúde brasileira. Em sua segunda edição, o evento reuniu, em novembro de 2015, em São Paulo, cerca de 250 executivos, empresários e especialistas em compliance da saúde para discutir o futuro de um mercado que representa 10% do PIB brasileiro – cerca de R$ 396 bilhões.


“A adoção de códigos de conduta é o primeiro passo para que a discussão sobre compliance se torne uma realidade efetiva para todos os players da cadeia produtiva da saúde”, afirma Reinaldo Braga, publisher da revista Diagnóstico e mentor do fórum Hospitais Compliance.

Um dos principais destaques da última edição do evento foi a presença de Don Sinko, líder de compliance da Cleveland Clinic (EUA). A instituição, com sede na cidade de Cleveland, no estado do Ohio, é considerada o Hospital Mais Ético do Mundo, segundo o Ethisphere. Outro nome de peso do mundo do compliance foi o americano Tom Fox, autor do blog FCPA Compliance and Ethics, e do livro GSK in China: A Game Changer in Compliance. A obra, ainda sem tradução no Brasil, foi baseada na primeira ação fiscalizadora implementada pelo governo chinês contra uma companhia do ocidente por corrupção e suborno.

Carta de São Paulo – O fórum entrou para a história através do compromisso oficial de entidades representativas de hospitais, clínicas de diagnóstico por imagem, operadoras e seguradoras de saúde, que se comprometeram a adotar os seus próprios Códigos de Conduta, até janeiro de 2018. CNS, Abramed, CFB, CMB e Fenaess foram algumas das entidades que se assinaram a Carta de São Paulo – como o documento foi batizado.

Prêmio Ethics – O Fórum Hospitais Compliance também marcou o lançamento oficial do Prêmio Ethics, que vai eleger os hospitais, laboratórios e operadoras que são referência em compliance. O prêmio pretende laurear também ações do governo que contribuam para a transparência nas compras públicas e na gestão dos recursos investidos na saúde.



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