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15/02/17
Instituto cobra mais valorização para empresas éticas
Cobrança vem do Instituto Ética Saúde, durante o 11º Encontro Anual de OPME/DMI
Da redação

O presidente do Conselho de Administração do Instituto Ética Saúde, Gláucio Pegurin Libório, defendeu que planos de saúde e hospitais devem dar mais valor aos distribuidores de dispositivos médicos implantáveis que trabalham de forma ética. A afirmação foi durante o 11º Encontro Anual de OPME/DMI, realizado em São Paulo, nesta segunda-feira (13/02).

“Muitas empresas que fazem um trabalho ético não são beneficiadas na ponta. Os distribuidores não têm que comprar a venda e sim ter material, qualidade e preço para concorrer de forma leal. Todo este processo exige uma mudança cultural na estrutura de fazer negócio e envolve a todos”, afirmou.

Gláucio Pegurin Libório participou do painel “Tratamento das denúncias contra a impunidade: como os órgãos responsáveis pela defesa e proteção da cadeia de saúde estão tratando as denúncias de corrupção e de práticas anticompetitivas no mercado de OPME/DMI”, ao lado do promotor de Justiça, Mauricio Silva, que atua na Operação Mister Hyder, em Brasília, e do diretor do CREMESP, Roberto Lotfi Júnior.

O executivo apresentou o último balanço do Canal de Denúncias do Instituto Ética Saúde, que já tem 60 processos instaurados. “Queremos criar um Cadastro Positivo, para que possamos ser referência na contratação, tanto pelos planos de saúde quanto pelos hospitais”, enfatizou.

Libório voltou a conclamar os demais segmentos em prol de uma saúde mais transparente. “Nós distribuidores estamos vindo a campo, reconhecendo o problema e fazendo diferente. Mas este problema é muito mais abrangente. O Ética Saúde é extremamente válido para redefinir toda a cadeia e todas as relações”, finalizou.
 

Sobre o Ética Saúde

O Ética Saúde surgiu em junho de 2015 com o Acordo Setorial - Importadores, Distribuidores e Fabricantes de Dispositivos Médicos para autorregular o mercado. Uma iniciativa do Instituto Ethos e da ABRAIDI, logo se tornou um marco na saúde. No início de 2016, o Ética Saúde passou a ter personalidade jurídica e virou um Instituto.

O Instituto Ética Saúde busca garantir a segurança do paciente por meio de uma conduta ética entre paciente e médico em um ambiente de concorrência justa e transparente. Os objetivos consentidos do Instituto Ética Saúde incluem evitar incentivos ilegais ou antiéticos para agentes públicos e privados, prática de atos médicos ilegais ou antiéticos, evasões fiscais, irregularidades regulatórias, concorrência desleal, violação de direitos do consumidor e falsificação.

Este arcabouço será fiscalizado por meio de denúncias anônimas ou identificadas, com apuração justa e realização de um cadastro público positivo, para revelar à sociedade quais empresas atuam efetivamente de forma ética. O Canal de Denúncias é o www.eticasaude.com.br ou o 0800-741-0015 e é administrado de forma independente pela ICTS Protiviti, empresa premiada pela Controladoria Geral da União – CGU como sendo "Pró-Ética", em 2015.

O Instituto Ética Saúde tem a governança formada por uma Assembleia Geral, onde fazem parte todos os associados; um Conselho de Administração, com mandato de dois anos e eleito pela Assembleia Geral; um Conselho Consultivo com representantes de entidades de todos os segmentos do setor de saúde; e o Conselho de Ética, órgão de caráter disciplinar formado por três integrantes, sem qualquer vínculo com o setor de saúde.

São atualmente integrantes do Conselho de Ética: o subprocurador Geral da República, Antônio Fonseca, o presidente do Fórum Nacional Contra Pirataria, Edson Luiz Vismona e o professor da Universidade de São Paulo, Celso de Hildebrand e Grisi. E do Conselho Consultivo: além do Ethos e ABRAIDI, a Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde – ABIIS, Associação Brasileira de Auditores em Saúde – AUDIF, Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para Saúde – ABIMED, Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São Paulo - FEHOSP, Associação Nacional de Hospitais Privados – ANAHP, Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios – ABIMO, Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista – SBHCI, Associação Médica Brasileira - AMB e Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular - SBCCV.



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