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28/03/16
Entidades médicas denunciam alto índide de mortes evitáveis no SUS à OAB
Presidente do CFM, Carlos Vital: são questões primárias da atenção à saúde que estão em falta. Diariamente, são ceifadas vidas por causas absolutamente evitáveis
Da redação

Brasília – O Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Associação Médica Brasileira (AMB) denunciaram à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) o alto número de mortes evitáveis no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), diariamente, em todo o Brasil, devido à falta de medicamentos e infraestrutura. Com informações da OAB.

Na última quarta-feira (23), o presidente nacional da OAB, Claudio Lamachia, recebeu o presidente do CFM, Carlos Vital, e o diretor jurídico da AMB, Carlos Michaelis Júnior, para tratar da denúncia. Conforme Lamachia, o dinheiro desviado com a corrupção deveria ser investido em áreas sociais e os representantes das entidades trouxeram exemplos contumazes de que a saúde é uma das áreas mais afetadas. "Em resumo, significa dizer que a corrupção tem tirado vidas", completou.

Para o presidente do CFM, Carlos Vital, que lembrou a infraestrutura precária dos hospitais públicos do País, são questões primárias da atenção à saúde que estão em falta. Conforme Vital, faltam quimioterápicos nos protocolos básicos, condições de acesso à hemodiálise, à radioterapia, à atenção à maternidade infantil, e os pacientes simplesmente morrem. "Diariamente, são ceifadas vidas de cidadãos por causas absolutamente evitáveis”, alertou.

Já o representante da AMB, Carlos Michaelis Júnior, ponderou que as mazelas na saúde pública e o despreparo do governo federal em lidar com tais questões emergenciais são lamentáveis, razões que poderiam "sem quaisquer dúvidas estear o descontentamento social com o poder público".



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