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11/05/16
Estratégia do Grupo Fleury pode incluir novas aquisições
Carlos Marinelli, presidente do Grupo Fleury: o desempenho com foco no público de maior poder aquisitivo explica o resultado
Da redação

O grupo de medicina diagnóstica Fleury, que encerrou o primeiro trimestre do ano com lucro e receita em alta, não descarta a realização de novas aquisições como estratégia de crescimento. Após o reposicionamento iniciado em 2013, a empresa passou a apresentar um bom nível de geração de caixa, que pode impulsionar os negócios. Com informações do Valor Econômico, Veja e G1.

Em teleconferência, o presidente do Grupo Fleury, Carlos Marinelli, admitiu a possibilidade de realização de novas aquisições, mas fez ressalvas com relação ao fato de que isso só deve acontecer se as negociações forem compatíveis com questões como capilaridade, compatibilidade de valores e cultura, posicionamento e retorno sobre o investimento - variável chave, conforme Marinelli. Marinelli também destacou que a companhia, após incorporar a rede de laboratórios do grupo D'Or, no Rio de janeiro, aprendeu muito sobre esse tipo de operação.

De janeiro a março deste ano, o Grupo Fleury obteve lucro líquido de R$ 44,7 milhões, o que representa uma alta de aproximadamente 40%. Nesse período, o resultado foi impactado em R$ 18,3 milhões, devido à adesão ao Programa de Parcelamento Incentivado da Prefeitura de São Paulo. O objetivo da adesão ao programa foi a quitação de débitos relativos à Taxa de Resíduos Sólidos da Saúde (TRSS), também conhecida como taxa do lixo. Já o aumento do lucro líquido registrado no balanço do primeiro trimestre de 2016 chegou a 233%.

De janeiro a março, a receita líquida da companhia somou R$ 507,9 milhões, o qe representa um avanço de 13,7%. Os lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) cresceram 67%, para R$ 121,7 milhões. De acordo com Marinelli, o desempenho com foco no público de maior poder aquisitivo explica o resultado. Para ele, as quedas acontecem mais nos segmentos de renda mais baixa e a renda mais alta "está indo bem", disse.

Marinelli também acredita na possibilidade de expansão da rede a+, voltada para o público de renda média­alta. No fim de 2015, o grupo projetou para os próximos cinco anos a abertura de nove unidades da rede a+ em São Paulo, 11 no Rio, 10 no Sul e uma no Nordeste. 



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