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08/12/14
GSK planeja demitir para cortar US$ 1,6 bilhões
Cortes estão sendo realizados nos Estados Unidos e Europa porque nesses dois mercados a queda nas vendas está sendo maior
Estado de S. Paulo

Nos Estados Unidos, onde a britânica GlaxoSmithKline atualmente emprega 17 mil funcionários, o processo de reestruturação da farmacêutica deverá afetar centenas ­ ou até mesmo e mais de mil ­ trabalhadores. A exemplo de outras concorrentes, a GSK está enfrenta atualmente uma pressão para reduzir custos e a meta é cortar cerca de US$ 1,6 bilhão em custos fixos por ano. As informações são do Estado de S. Paulo.

Deverão ser afetadas as áreas de pesquisa e desenvolvimento, fabricação de produtos, vendas e marketing. Além disso, a empresa considera a possibilidade de vender, ou até mesmo fechamar as divisões nos Estados Unidos e Europa. Os segmentos mais afetados serão os de medicamentos já estabelecidos, cuja proteção de patente já venceu. A proposta é focar a atuação em novos medicamentos, para aumentar a rentabilidade para os acionistas.

No dia 22 de outubro, a companhia britânica anunciou o plano de reestruturação. Na ocasião, a empresa informou queda de 13% em suas vendas globais e de 62% em seu lucro líquido no terceiro trimestre, em comparação com o mesmo período do ano anterior. 

Os cortes estão sendo realizados especialmente nos Estados Unidos e Europa porque é nesses dois mercados que a queda nas vendas está sendo maior. Os detalhes da reestruturação começaram a aparecer na última quarta­feira, dia 26 de novembro, quando a empresa começou a informar aos funcionários dos Estados Unidos sobre seus planos de maneira mais específica. Conforme comunicado, a Glaxo informou que cortará cerca de 900 vagas em marketing e pesquisa em sua sede na Carolina do Norte.

Mas a maior parte dos cortes se dará por "congelamento" de contratações, segundo a companhia. Em relação aos Estados Unidos, a GSK informou ainda que não sabe ao certo quantos funcionários serão afetados pelas demissões, mas adiantou que alguns receberão a chance de buscar uma transferência para outras sedes da companhia, incluindo a matriz, na Filadélfia. 

Aproximadamente 450 funcionários de Triangle Park, na Carolina do Norte, deverão continuar empregados, mas trabalhando em uma filial em Durham, que fica no mesmo Estado. Nesta cidade, a Glaxo é dona da Parexel International Corp, que oferece pesquisas customizadas, consultoria e demais serviços a outras indústrias do setor farmacêutico.

As mudanças estão sendo realizadas para cortar excessos e fazem parte de um período de ajustes que está afetando todo o segmento. Entre as pressões, estão o crescimento dos custos para a realização de pesquisas, a redução de despesas de planos de saúde e governos com a compra de medicamentos e o fato de algumas patentes importantes estarem perto de expirarem. 

Mesmo com um forte desempenho na aprovação de novas patentes de drogas nos Estados Unidos, a piora dos resultados financeiros da Glaxo é evidente. Nos últimos 18 meses, a companhia criou 10 novas drogas e também aprovou mais remédios para tratamentos de câncer, doenças respiratórias e HIV. 

As informações são do Estado de S. Paulo.



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