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02/12/13
EUA: Hospitais sem fins lucrativos discutem os desafios para 2014
Gestores de unidades sem fins lucrativos enfrentam uma previsão sombria para 2014 e trabalham para se manter financeiramente o mais forte possível
Da redação

Olhando para o próximo ano, Michael Rowan, vice-presidente executivo e COO (Chief Operation Officer; Diretor operacional, em inglês) da Catholic Health Initiatives (CHI), sistema nacional sem fins lucrativos que atua em 17 estados e 78 hospitais, com sede em Denver, Colorado, prevê uma série de obstáculos financeiros pela frente. As informações são do portal Beckers Hospital Review.

Segundo ele, a utilização de serviços hospitalares está caindo, afetando toda a indústria. Além disso, assim como outros provedores, o CHI enfrenta cortes do Medicare -- sistema de seguros de saúde gerido pelo governo dos Estados Unidos -- e do Obamacare, juntamente com outras medidas de redução de pagamento.

Além disso, o CHI está inseguro diante da incerteza em relação às trocas de seguros estabelecidas pela lei de reforma e o que isso vai significar para o sistema de saúde. "Há um grande nevoeiro lá fora", diz Rowan.

o CHI não é o único preocupado. Em todo o país, os hospitais e o sistema de saúde sem fins lucrativos enfrentam crescentes pressões financeiras, incluindo cortes salariais e a incerteza sobre o efeito das reformas do mercado de saúde.

No terceiro trimestre de 2013, o Moodys Investors Service (também chamado de Moodys) -- entidade que fornece avaliações de crédito, pesquisa, ferramentas e análises que contribuam para os mercados financeiros -- rebaixou 10 unidades sem fins lucrativas, o que ilustra uma tendência ao enfraquecimento neste tipo de negócio.

A previsão para 2014 é sombria. A redução do volume de pacientes e o aumento dos planos de saúde correspondem ao aumento da inadimplência. Segundo um relatório do Moodys, divulgado em outubro, os efeitos ambíguos das bolsas de seguro de saúde vai afetar os hospitais sem fins lucrativos. Apesar disso, espera-se uma diminuição do número de pessoas sem seguros de saúde e a possibilidade de que os pacientes mudem para planos com mais baratos.

Diante deste quadro, o CHI -- e outras organizações de saúde sem fins lucrativos -- trabalha para se manter financeiramente forte e atender às demandas da reforma. "Nós vamos continuar a ajustar e definir as metas, que são cada vez mais elevadas, disse Alec King, vice-presidente sênior do Hospital Infantil do Texas, em Houston. "É uma corrida sem fim", completou.

Para Caroline Steinberg, vice-presidente de análise de tendências no American Hospital Association, os cortes salariais de programas de saúdes como o Medicare e o Medicaid são uma das maiores preocupações que os provedores sem fins lucrativos enfrentarão daqui para frente. "Os hospitais operam com margens muito estreitas, por isso esse tipo de corte será realmente preocupante", completa.

Dan Steingart, vice-presidente assistente da Moody, também identificou a redução dos pagamentos como uma grande fonte de estresse para os hospitais e sistemas de saúde.

*Leia a matéria completa (em inglês), clicando aqui.



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