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09/10/12
Médicos suspendem atendimento de planos de saúde nesta quarta-feira (10)
Paralisação irá durar 15 dias. Esta é a quarta paralisação anunciada pela categoria em 2 anos
Da Redação

A partir desta quarta-feira (10), médicos conveniados a planos de saúde em todo o Brasil iniciam greve por 15 dias. A paralisação é em defesa de um reajuste médio de 50% na tabela de serviços e o termino das "intervenções antiéticas" que as operadoras estariam exercendo sobre os profissionais para diminuir os custos dos tratamentos. Serão mantidos os serviços de urgência e emergência. Entretanto, consultas marcadas com meses de antecedência serão reagendadas para depois da greve.

A paralisação acontecerá em sete estados - Acre, Amazonas, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Piauí, Rio Grande do Norte e Rondônia -, e atingirá todos os convênios. Em outros oito estados, como São Paulo, a greve atingirá algumas operadoras que não fecharam acordo. No caso paulista, serão afetados os planos Golden Cross, Green Line, Intermédica, Itálica, Metrópole, Prevent Sênior, Santa Amália, São Cristóvão, Seisa, Tempo Assist, Trasmontano e Universal.

Assim como São Paulo, Bahia, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Pernambuco, Rio Grande do Sul e Santa Catarina terão paralisação seletiva. Em outras cinco unidades (Amapá, Ceará, Distrito Federal, Pará e Roraima), a categoria decidiu fechar acordo com as operadoras e até o momento não se sabe se haverá ou não paralisação. Em Alagoas, Espírito Santo, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Sergipe e Tocantins, a adesão será decidida em assembleias que acontece nesta terça-feira (09). 

A proposta dos médicos é que os valores por consulta sejam fixados entre R$ 60 e R$ 80, de acordo com a complexidade da área. Atualmente, em cada consulta, o médico recebe das operadoras aproximadamente R$ 45. A categoria também pede a criação de um indexador que permita o reajuste da tabela de serviços de acordo com o aumento na mensalidade dos usuários. Exigem também o fim das intervenções que as operadoras exercem em relação à autonomia da relação médico-paciente. E, por fim, o estabelecimento de sistema de contrato com o mínimo de garantias aos profissionais.

De acordo com Márcio Bichara, secretário de Saúde Suplementar da Federação Nacional dos Médicos, atualmente o repasse dos reajustes das mensalidades dos convênios não está sendo feito aos médicos. De 2000 a 2011, os reajustes autorizados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) às operadoras somaram 150,89%, mas apenas 65% foram repassados.

*Com informações da Agência Estado.



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