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23/01/14
Na contramão do mercado, Sabin aposta no segmento de análises clínicas
Lídia Abdalla, nova presidente do Laboratório: empresa planeja investir no segmento de análise clínicas e ampliar o leque de serviços como vacinas e aumentar o número de unidades
Da redação

Na contramão do mercado de saúde, o Laboratório Sabin aposta exclusivamente no segmento de análises clínicas, considerado o básico do setor. Com sede em Brasília, o Sabin continua sendo um ativo cobiçado no mercado e projeta crescer 30% neste ano e chegar a um faturamento de R$ 420 milhões. As informações são do Valor Econômico.

Essa taxa de expansão é a mesma registrada em 2013, além de ser superior aos numeros obtidos por outras empresas do setor como Dasa, Fleury e Salomão Zoppi que oferecem uma série maior de exames. O valor do lucro não é informado, mas o Sabin afirma que a operação está no azul.

De acordo com a bioquímica Lídia Abdalla, 40, nova presidente do Laboratório Sabin, que assumiu o cargo este mês, não está no planejamento entrar no segmento de imagem. "Estamos ampliando nosso leque de serviços como vacinas e aumentando o número de unidades", completou.

Lídia substitui as fundadoras Janete Vaz e Sandra Costa, que estiveram à frente do negócio durante os 30 anos de atividades do laboratório. Agora, as sócias que detêm fatias iguais na companhia estão no conselho de administração.

As atenções da nova presidente estão voltadas para o crescimento orgânico, após quatro aquisições em 2012. Atualmente, o Sabin conta com 118 unidades e a meta é chegar no final do ano com 130 laboratórios distribuídos em seis Estados e também no Distrito Federal. 

Segundo a nova presidente, para o processo de expansão, Salvador, Manaus e Belém são as cidades preferidas. Com quase 2 mil funcionários, o Sabin é conhecido por seus programas de gestão de pessoas. Em Brasília, o laboratório possui 60% de market share e está levando essa metodologia de trabalho e política de recursos humanos às unidades que eram de outras adquiridas em outras regiões do país. 

Este ano, quando completa três décadas, o Sabin pretende investir R$ 25 milhões em uma nova sede administrativa e unidade de processamento de exames em Brasília. Os recursos serão provenientes do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO), linha de crédito destinada a empresas da região. 

A intenção é aumentar em cinco vezes a capacidade de atendimento até 2020. Atualmente, o Sabin realiza 21 milhões de exames por ano. Além disso, a empresa conta com unidades de processamento de exames em todos os Estados em que atua.

De acordo com a nova presidente, o assédio dos bancos e fundos de investimento continua, mas as fundadoras não têm interesse em vender o laboratório, nem angariar um novo sócio. Nos últimos dois anos, o Sabin investiu R$ 60 milhões em crescimento orgânico e nas aquisições dos laboratórios Santa Lucialia (Uberaba), PHD (Palmas), Labaclen (Salvador) e Cemaza (Belém). "Crescemos com capital próprio", diz a executiva.

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