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26/05/14
Observatório Anahp apresenta tendências do setor privado de saúde
Ações foram apontadas na 6ª edição da publicação, lançado no primeiro dia da Hospitalar 2014, que aconteceu esta semana em São Paulo
Dea Barbosa, da P&P Saúde Suplementaer

Crescimento do número de beneficiários de planos de saúde, crescimento das despesas maior que as receitas, mudança do perfil epidemiológico da população e concentração no mercado de planos de saúde. Estas são as tendências do setor privado de saúde apontadas na 6ª edição do Observatório Anahp, lançado no primeiro dia da Hospitalar Feira e Fórum 2014, que aconteceu esta semana em São Paulo.

Editado pela Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), a publicação é elaborada a partir de estudos sobre o mercado de saúde suplementar e desempenho econômico-financeiro, assistencial, operacional e de gestão de pessoas dos hospitais membros da entidade e é um dos mais aguardados anuários do setor.

Em 2013, os 55 membros associados da época (hoje são 60), alcançaram um faturamento da ordem de R$17,3 bilhões, geraram mais de 100 mil empregos e respondera por 20% do total das despesas assistenciais na saúde suplementar e 11,5% do total de leitos privados existentes no Brasil.

A publicação ainda chama a atenção para o crescimento do mercado, com o aumento de 4,6% do número de beneficiário em 2013, adicionando 2,2 milhões de novos usuários ao sistema, maior crescimento médio dos últimos três anos. Esse indicador supera até as estimativas mais otimistas realizadas no ano passado pela Anahp com relação à necessidade de ampliação dos leitos em toda a rede hospitalar do País.

De acordo com o estudo, se o mercado crescesse uma tava de 2,1% ao ano – no período de 2013 a 2016- haveria a necessidade de um investimento de R$ 4,3 bilhões em 13,7 mil leitos. A uma taxa de crescimento de 4,1%, os investimentos necessários passariam a R$ 7,3 bilhões para 23,2 mil leitos.

Apesar do crescimento da demanda, os indicadores indicam desequilíbrio entre despesas e receitas. A receita líquida por saída hospitalar cresceu 5,1% em 2013 em relação a 2012, índice inferior ao avanço das despesas, que aumentaram 6,1% no mesmo período, comprometendo a margem das instituições.

Como resultado, o tempo médio de permanência dos pacientes nos hospitais representados pela Associação cresceu de 4,5 para 4,7 dias, sendo que para as faixas etárias acima de 75 anos, esse indicador supera os 10 dias. Por outro lado, essas internações apresentam maior complexidade dos casos, ampliando o tempo médio de permanência e elevada taxa de pacientes residentes (acima de 90 anos), que alcança 0,7% do total de internações. (Fonte: Hospitalar)



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