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25/10/17
Projeto do Grupo Oncologia D'Or conquista premiação internacional
Reconhecimento foi concedido ao time multidisciplinar da unidade Neotórax
Da redação

O Núcleo de Excelência em Oncologia Torácica (Neotórax), núcleo focado em oncologia torácica, conquistou um importante prêmio da Associação Internacional de Estudo do Câncer de Pulmão (Fundação IASLC) como o melhor time multidisciplinar no segmento da América Latina. É uma nova premiação que visa reconhecer a qualidade dos cuidados oncológicos e homenagear o trabalho conjunto de diversos profissionais responsáveis pelo antedimento ao paciente com câncer. 

Diferentemente dos demais prêmios do setor, o da IASLC conta com a participação ativa dos pacientes. Eles são encorajados a nomear uma equipe de atendimento multidisciplinar, a fim de mostrar a real importância da assistência oncológica integral que engloba uma gama de profissionais, como: médico oncologista, enfermeiro, psicólogo, nutricionista e farmacêutico.
 
Segundo o diretor institucional da Oncologia D'Or e coordenador do Neotórax,o oncologista Carlos Gil Ferreira, o prêmio pretende reforçar a devida relevância que o cuidado multidisciplinar tem no combate ao câncer. "Trata-se de uma peça-chave do tratamento. O cuidado precisa ir além do biológico, sendo necessário ampliar o olhar assistencial", explica o especialista.
 
A oncologista clínica e também coordenadora do projeto ao lado do Dr. Carlos Gil, Tatiane Montella, afirma que o Neotórax exerce exatamente este papel perante aos pacientes. "Aqui, a pessoa que precisa passar por um atendimento oncológico não encontra somente o médico oncologista, e sim toda uma equipe preparada para um melhor cuidado ao paciente", explica.
 
Premiação  A história da premiação do projeto Neotórax cruza com a do engenheiro Paulo Eduardo Pires de Alvarenga Ribeiro, de 64 anos de idade. Ele foi o responsável pela indicação da clínica ao prêmio da Fundação IASLC.
Tudo começou em 2009, quando foi diagnosticado com câncer de pulmão. A notícia surpreendeu o engenheiro, já que nunca havia colocado um cigarro na boca. Há mais de oito anos ele convive com um tipo de câncer de pulmão de não-pequenas células com mutação no gene ALK, frequentemente observada em pacientes não fumantes.
 
Responsável pelo tratamento de Paulo, o oncologista Carlos Gil Ferreira explica que tal alteração produz uma proteína anormal que faz com que as células cresçam e se dissipem. "Paulo Eduardo já passou por quatro linhas de quimioterapia e vai agora para a quinta linha de inibidores de tirosina quinase anti-ALK. Paulo é a prova de que é possível conviver com a doença tendo uma sobrevida maior e com qualidade", diz o especialista.



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