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29/08/12
Rede DOr adota sistema de atendimento Smart Track
Modelo desenvolvido pelo grupo reduz tempo de espera de pacientes não graves de duas horas para 15 minutos
Roberta Meireles, do Recife

A Rede D’Or está investindo R$ 50 milhões para reduzir as filas de espera nos prontos socorros da rede em todo o Brasil. O grupo está implantando em suas unidades uma metodologia desenvolvida por eles batizada de Smart Track. “Esse sistema deve reduzir o tempo de espera dos pacientes de menor complexidade, que são 80% do nosso público, de duas horas para 15 minutos”, diz o diretor executivo da Rede D’Or em Pernambuco – que administra os hospitais Esperança, Prontolinda e São Marcos –, Alexandre Loback.

O desenvolvimento do Smart Track começa com o deslocamento do médico no atendimento de triagem dos pacientes, ao invés do enfermeiro. No pronto-socorro, é feita uma primeira análise da situação do paciente, amenizando o número de pessoas que permanecem na sala de espera. “Se for constatada a baixa gravidade, o paciente já é liberado. Se ele precisar de exames ou medicação, passa para uma segunda equipe médica”, explica Loback. 

No Estado, um projeto piloto vem sendo desenvolvido no Prontolinda e a previsão é de que até o primeiro trimestre de 2013 as três unidades da rede em Pernambuco já estejam com o Smart Track funcionando. “Aqui, o desenvolvimento dos polos industriais em Suape e na Mata Norte está permitindo o acesso de mais pessoas à saúde suplementar. Estamos com um crescimento anual no número de atendimentos de 20%”, aponta o diretor executivo da Rede D’Or no Estado. “Com o novo modelo de atendimento, Além de manter um excelente nível para os pacientes graves, conseguimos oferecer atendimento num tempo menor, dentro da expectativa dos nossos pacientes de menor gravidade, mesmo em horários em que isso parecia impossível pelo tamanho da demanda”.

Para a implantação do Smart Track, foi estudado o fluxo de pacientes, a quantidade de profissionais disponíveis e a área para o atendimento, para agilizar a consulta do paciente considerado não grave. Médicos, profissionais de enfermagem, profissionais administrativos e áreas de diagnóstico e apoio do Pronto-Socorro estão sendo treinados. Além disso, o modelo exige uma ampliação de 10% no número de médicos e enfermeiros. “A metodologia tem um custo maior para a emergências das unidades de saúde, mas isso é compensado na qualidade e agilidade do atendimento do paciente”.

Melhorias – Além da implantação do Smart Track, a Rede D’Or está ampliando suas unidades em Pernambuco. Até o fim deste ano, o Prontolinda vai aumentar seu número de leitos de 120 para 170, com um investimento de R$ 10 milhões. O Esperança passará a ter 280 leitos, 120 a mais do que seus 160 atuais. A melhoria está orçada em R$ 30 milhões. Além disso, serão construídos um Centro de Oncologia e mais 320 vagas de estacionamento no hospital. Serão aplicados nas obras, previstas para serem concluídas até 2014, R$ 40 milhões.



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