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10/10/14
Saúde abranda em 2014 e despesas aumentam em 2015
Redimensionamento da rede hospitalar para aumentar produtividade
da Redação

O mercado de planos de saúde suplementar desacelerou com a retração econômica e prevê crescer 3% este ano, ante alta de 4% em 2013. Os principais desafios do mercado para os próximos anos, segundo os especialistas, são a redução das despesas e o redimensionamento da rede hospitalar, como nos diz o portal do DCI.

Será necessário um novo dimensionamento de rede para calcular a capacidade de atendimento das operadoras, que têm sofrido com o aumento da demanda dos planos de saúde coletivo (80% dos clientes ativos).

De acordo com o diretor da Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge), Antônio Carlos Abbatepaolo, "é necessário um redimensionamento para aumentar a produtividade e melhorar o serviço do setor. Devemos regular proporcionalmente o número de médicos, especialistas e demais serviços de acordo com a necessidade exigida em cada região", acrescentando que, além de incluir médicos, é necessário realocar os que estão em locais com baixa demanda.

Insatisfação

As operadoras ainda estão em fase de adaptação, apesar de realizarem 1,2 bilhão de procedimentos por ano, e foram recordistas em número de reclamações no balanço do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) - com 26,6% do total de críticas, uma análise que não obteve reconhecimento por parte dos especialistas ouvidos pelo portal do DCI devido ao número limitado de consumidores consultados - apenas os associados - e pelo desconhecimento da metodologia. 
Esses especialistas  discordam e apontam que a proporção entre o número de reclamações e todos os procedimentos do setor é baixa. Abbatepaolo recorda que o mercado de saúde não funciona no mesmo parâmetro de outros setores e que "não se trata de um produto e uma queixa, porque cada solução médica exige mais de um procedimento no setor laboratorial, médico e às vezes cirúrgico". 

Para o diretor da associação, em qualquer setor econômico existe a pressão por um aumento da rede, o que as empresas de saúde têm feito é demorado "minimamente" para abrir mais postos credenciados para atender a nova demanda.

Planos empresariais

A mesma pesquisa do Idec revela que os planos de saúde coletivos brasileiros já representaram 70% dessas reclamações e 80% dos associados não receberam o contrato de plano coletivo.

Para o gerente técnico do Instituto, Carlos Thadeu Oliveira, "é necessário uma regulamentação mais rigorosa da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) com os planos coletivos. São a maior parte dos usuários e não têm suas necessidades atendidas".

Gastos

A Abramge diz que o aumento das despesas jurídicas tem sido outro desafio do setor.

"O poder judicial tem entendido que a natureza do plano é exatamente a de preservação da saúde e da vida", explica o diretor da associação.

A necessidade de cada paciente também é levada em consideração e a previsão é que este número de gastos aumente. De todos os casos defendidos este ano, nenhum foi perdido, diz o advogado Vinícius Zwarg, concluindo que "quem deve determinar a necessidade de um procedimento é o médico e não o plano".



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