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21/10/13
Vazamento em hospital contamina Lago Paranoá, em Brasília
Acidente ocorreu em uma caldeira para esterilização de equipamentos do Hospital Regional da Asa Norte (Hran). Vazamento formou uma mancha de óleo de aproximadamente três quilômetros
Da redação

Brasília - O vazamento de óleo em uma caldeira para esterilizar equipamentos utilizados pelo Hospital Regional da Asa Norte (Hran) atingiu o Lago Paranoá, no Distrito Federal, formando uma mancha que alcançou um raio de aproximadamente três quilômetros. A lagoa, tradicionalmente frequentada por banhistas e utilizada para a prática de esportes náuticos e tráfego de embarcações ficou parcialmente interditada. As informações são do Estado de S. Paulo e da Agência Brasil.

Segundo laudos técnicos da Companhia de Saneamento Ambiental (Caesb) e da Universidade de Brasília (UnB) concluídos na noite de sexta-feira (18), o separador de água e óleo da caldeira estourou e acabou despejando óleo pela tubulação de água pluvial. Uma segunda mancha, de menor porte, surgiu em outro ponto do lago, próximo à Concha Acústica, onde são realizados eventos culturais.

Após a conclusão dos laudos ainda na sexta-feira à noite, um auto de infração foi entregue ao Hran, com multa estipulada de R$ 280 mil endereçada à Secretaria de Saúde, órgão responsável pelo hospital. A Secretaria de Saúde informou que tomou conhecimento do laudo, mas que aguardaria a notificação oficial nesta segunda-feira (21) para pedir explicações à empresa Técnica, responsável pela caldeira. Ainda segundo a secretaria, estudos já vinham sendo feitos para a licitação de novas caldeiras a gás, para evitar vazamentos de óleo.

Essa é a quarta vez que ocorrem problemas ambientais com caldeiras do Hran. A última foi no início deste ano, quando uma fumaça densa e escura foi liberada à luz do dia, incomodando a vizinhança. Na época, uma multa de R$ 60 mil foi aplicada à unidade, mas acabou não sendo paga porque o GDF recorreu na Justiça e o Ibran determinou a troca das caldeiras, que tinham mais de 40 anos de uso, e a mudança do horário para liberar a fumaça. Após o incidente, iniciou-se o processo de licitação, ainda não concluído. 

No ano passado, foi identificado pelo Ibran um vazamento de menor escala, também devido ao rompimento do separador de água e óleo de uma caldeira. O vazamento atual é o maior já registrado no Lago Paranoá. De acordo com informações do Ibran, a caldeira atual não pode ser fechada porque isso inviabilizaria o funcionamento do hospital e os danos seriam maiores com o fechamento das áreas cirúrgicas e de internação.



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