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16/09/13
Taxa de disponibilidade para parto: ANS não aplicou punições para operadoras
Taxa de disponibilidade para parto registrou 23 queixas
Da Redação

Entre 2012 e agosto de 2013, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) registrou reclamações por cobrança de taxa de disponibilidade de parto para grávidas que querem dar a luz com o mesmo médico do pré-natal. No entanto, apesar de ser considerada ilegal, 23 registros foram feitas, de acordo com a agência. As informações são do Ig.

Segundo a ANS, somente uma reclamação acabou se tornando processo administrativo e pode levar a punição da operadora. As empresas chegam a cobrar até R$ 5 mil, como no Espírito Santo, para que a paciente escolha o médico que quer fazer o parto.

Para a ANS, se a grávida fez o pré-natal com médico credenciado do plano de saúde, ela tem o direito de ser atendida por ele no parto gratuitamente, seja ele normal ou cesariana e no período do dia que for.

As empresas de planos de saúde podem ser responsabilizadas caso sejam descobertas fazendo a cobrança ilegal. De acordo com a agência, das 23 denúncias, 20 foram arquivadas ou finalizadas porque "resultaram em atendimento por parte das operadoras ou não tinham dados suficientes". Outras duas reclamações estão em análise.



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