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09/12/11
Anvisa: novas diretrizes para rastreamento de remédios
Em vez do uso de selo, o acompanhamento será feito com a adoção de um código dimensional nas embalagens dos medicamentos
Da redação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou, nesta quinta-feira (08), novas diretrizes do sistema para rastreamento de medicamentos no Brasil. Com as novas regras, em vez do uso de selo, produzido pela Casa da Moeda, o acompanhamento será feito com a adoção de um código dimensional nas embalagens dos remédios. As informações são da Agência Estado.

 

O rastreamento permite acompanhar a trajetória do medicamento desde a produção até a compra pelo consumidor. Considerada uma ferramenta importante para evitar o roubo e falsificação de remédios. Essa era uma antiga reivindicação da indústria, que teve a tecnologia definida em outubro do ano passado pela Anvisa. 

 

O documento apresentado pela Anvisa informa que apenas embalagens secundárias (as caixas onde estão contidos os comprimidos e a bula) devem conter mecanismos de segurança - o sistema bidimensional, defendido pelas empresas. Embalagens múltiplas, como as que são usadas em hospitais, terão um sistema próprio, ainda a ser definido. 

 

A decisão da Anvisa atende todas as reivindicações da indústria, contudo as novas regras deveriam ter sido apresentadas há mais de seis meses, não fosse os embates entre o órgão e o setor produtivo. O sistema previa a adoção de uma tecnologia mista, que associava o selo e um código bidimensional, sendo bastante criticado. Depois de cinco meses, atendendo a uma determinação do governo, a Anvisa foi obrigada a recuar. O uso do sistema foi suspenso até que o formato ideal determinado. 



"Ele é muito efetivo e infinitamente mais barato do que a proposta anterior", disse o vice-presidente executivo do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos de São Paulo, Nelson Mussolini. Para o sindicalista, a implantação do sistema deve ser rápida, pois algumas empresas já dispõem da tecnologia que será exigida da Anvisa. Já Antonio Britto, presidente executivo da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma), acredita que esse prazo será reconsiderado. "Faltam dois meses para que esse tempo se esgote. Nenhuma tecnologia pode ser implantada tão rapidamente", afirma.



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