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09/01/14
Após negociações, Grupo Fleury avalia fundos de private equities
Quatro nomes são citados como possíveis interessados. Entre eles estão os estrangeiros Carlyle e KKR e as brasileiras Pátria e Gávea
Da redação

São Paulo - Após as negociações com os laboratórios americanos Quest e Laboratory, que não demonstraram interesse pela proposta, o Grupo Fleury, um dos mais conceituado laboratório de análises clínicas do país, negocia agora com fundos de private equity, segundo fontes do setor. No mercado, quatro nomes são citados como possíveis interessados. Entre eles, estão os estrangeiros Carlyle e KKR e as brasileiras Pátria e Gávea. As informações são do Valor Econômico.

Mas, ainda segundo fontes do setor, a empresa de medicina diagnóstica está mais inclinado a dialogar com os fundos estrangeiros. o Gávea teria sido descartado porque é acionista do laboratório mineiro Hermes Pardini e não teria se sentido a vontade para abrir seus números a um concorrente que pode não ter cacife para assinar um cheque tão alto. Já os americanos Carlyle e KKR têm crédito, mas, normalmente, são acionistas majoritários. 

A fatia do Fleury que está sendo negociada é a dos médicos fundadores que, juntos, detém 41,2% da empresa. Outra dúvida do mercado é se a seguradora Bradesco Saúde venderia a participação de 16,4% que possui no capital do Fleury.

Segundo executivos próximos às empresas, a relação entre Bradesco e Fleury está fragilizada porque a seguradora tinha intenção de comprar a fatia de 8,4% do Fleury vendida pela Rede D'Or. Mas os médicos se opuseram e captaram um empréstimo de cerca de R$ 150 milhões no Banco do Brasil para comprar essas ações. Em agosto, o Grupo passou a distribuir 100% de dividendos aos acionistas que utilizam esses recursos para pagar a dívida. Além disso, os papéis do Fleury acumularam perdas de 17,8% em 2013.

Outro nome citado é o do Pátria, gestora que comandou a Dasa por cerca de dez anos com participação ativa de um dos fundadores do Pátria, Alexandre Saigh. Atualmente, o Pátria é acionista relevante na Alliar, empresa de medicina diagnóstica especializada em exames de imagem. 

Criada há apenas dois anos, a Alliar fez mais de 10 aquisições e fatura cerca de R$ 300 milhões. Outro ponto favorável é que o grupo tem uma parceria para negócios no Brasil com a americana Blackstone, que costuma participar de grandes transações. No dia 30 de setembro, o valor de mercado do Fleury era de R$ 2,9 bilhões. Já a rival Dasa é avaliada no mercado de capitais por R$ 3,6 bilhões. Procurado, o Fleury informou que não comenta rumores de mercado.



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