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28/04/15
Com deficit de R$ 2,5 mi, Hospital São Paulo reduzirá atendimento
Administrado pela Unifesp, centro médico trabalha com 150 funcionários abaixo do necessário e já tem de fazer mais procedimentos do que a capacidade
Estado de S. Paulo

Com déficit de aproximadamente R$ 2,5 milhões mensais, atualmente o Hospital São Paulo, administrado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), trabalha com 150 funcionários abaixo do necessário e já precisa realizar mais atendimentos do que a sua capacidade. As informações são do Estado de S. Paulo.

Na tarde desta segunda-­feira (27), ficou constatado que 12 pessoas estavam sendo atendidas em macas espalhadas pelos corredores da unidade. Além disso, um cartaz colado na porta do pronto-socorro pediátrico informava que a unidade estava “superlotada” e apenas os casos de urgência e emergência seriam atendidos.

A direção do Sindicato dos Trabalhadores da Unifesp (Sintunifesp) informou que só este ano cerca de 200 demissões aconteceram, principalmente no setor de enfermaria. Em nota à imprensa, a Unifesp admite que, devido ao orçamento deficitário deste ano, as vagas de funcionários demitidos desde setembro do ano passado não foram repostas. As reposições, de acordo com a universidade, só são realizadas em serviços considerados essenciais - que não foram informados.

O excesso de pacientes e a redução do quadro está comprometendo a qualidade do atendimento, segundo informaram alguns funcionários que preferiram não ser identificados. 

A cada dia a situação se agrava porque os próprios funcionários não aguentam a pressão física e psicológica do trabalho e pedem demissão, disse uma enfermeira da pediatria, que também não quis ser identificada. Com apenas quatro técnicas e auxiliares de enfermagem para atender crianças, o setor de pediatria está com os 25 leitos ocupados.

Protesto - Para pressionar os diretores a contratar novos profissionais, enfermeiras do setor realizam um protesto silencioso, em que vestem roupa preta para chamar a atenção. 

Diferente de outras profissões, elas não podemos fazer paralisação ou "operação tartaruga". "Essas crianças precisam do nosso atendimento de forma integral. Essa foi a única forma que encontramos para chamar a atenção para nossa situação”, finaliza.

As informações são do Estado de S. Paulo.



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