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14/05/13
Em 2012, planos de saúde tiveram a menor expansão em três anos
No Brasil, beneficiários totalizaram 47,9 milhões. Segundo o IESS, resultado se deve à redução do rendimento médio dos profissionais autônomos e da desaceleração da geração de empregos
Estado de S. Paulo

São Paulo - De acordo com estudo produzido pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), com base em dados atualizados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), em dezembro de 2012, os beneficiários de planos de saúde no Brasil totalizaram 47,9 milhões. O número representa um crescimento de 2,1% em relação ao ano anterior.

Durante o quarto trimestre de 2012, foram 105 mil novos vínculos de beneficiários a planos, elevação de 0,2%. Segundo o IESS, os dados representam a menor evolução desde o início do levantamento, em 2009 - tanto da evolução trimestral como anual. Em 2011 ante 2010, o crescimento no número de beneficiários havia sido de 3,6% e no ano anterior de 6,9%.

De acordo com o IESS, o menor crescimento é devido à redução do rendimento médio dos profissionais autônomos e da desaceleração da geração de empregos formais no último trimestre do ano. Na contratação de planos coletivos, o crescimento foi maior, com aumento de 3,1% em 2012 ante o ano anterior, enquanto o total de planos individuais avançou 1,6%.

Sinistralidade recorde - Ao mesmo tempo em que o crescimento do número de contratos foi mais lento, a sinistralidade dos planos médico-hospitalares atingiu número recorde. As operadoras fecharam 2012 com 85,0% de sinistralidade - maior dos últimos 12 anos. A segunda maior taxa de sinistralidade observada anteriormente foi em 2009, quando o índice ficou em 83%, impactado pela crise econômica mundial.

Dos R$ 92,7 bilhões arrecadados pelas operadoras em 2012, R$ 92 bilhões foram usados para pagar custos, sendo R$ 78,8 bilhões as despesas assistenciais e R$ 13,2 bilhões as administrativas. Ainda segundo o IESS, esse resultado pode estar relacionados ao aumento do preço médio de procedimentos médicos. Já o preço médio das internações subiu 10,8%, para R$ 5,07 mil. Enquanto isso, o preço dos exames complementares aumentou 55,8%, chegando a R$ 29,33.

*As informações são do Estado de S. Paulo.



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