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15/08/12
Médicos de São Paulo decidiram suspender atendimento a planos de saúde no dia 6 de setembro
Profissionais reivindicam consulta de R$ 80 e valores dos procedimentos médicos atualizados de acordo com a CBHPM
Da Redação

Em 09 de agosto, médicos de São Paulo se reuniram em assembleia na sede da Associação Paulista de Medicina e decidiram suspender o atendimento eletivo aos planos de saúde por 24 horas, no dia 06 de setembro.

Desde 2011 os médicos promovem ações que reivindicam uma relação justa de trabalho com as operadoras, como paralisação escalonada e passeatas. As principais reivindicações são os valores dos procedimentos atualizados em relação à CBHPM e consulta de R$ 80. 

O prazo limite das empresas para negociação com as entidades médicas foi em 31 de julho. Segundo as entidades representativas, nenhuma atendeu às solicitações da categoria, e após 30 reuniões com 17 planos de saúde, as lideranças médicas afirmam que foram pouquíssimas as propostas consistentes.

A Porto Seguro apresentou proposta de consulta a R$ 60 e 10% de atualização sobre os demais honorários, a partir de agosto. A Marítima fez a mesma proposta, porém com pagamento a partir de outubro. Também com a consulta a R$ 60, a Sul América propôs 7,5% de reajuste para os procedimentos a partir de setembro.

Nove empresas de autogestão ligadas a Unidas que participaram das negociações, como Allianz, Amil, Medial, Blue Life, Dix Amico, Bradesco, Mediservice, Care Plus, Green Line, Gama e Itaú-Unibanco fizeram propostas incluindo apenas os valores da consulta. 

Outras empresas de autogestão ligadas a Unidas informaram o valor da consulta e que algumas utilizam a Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM) 3ª edição. As demais empresas ligadas ao grupo não se manifestaram até o momento.

Intermédica, Notredame, Santa Helena, Seisa, Trasmontano e Universal negociaram mas não mandaram resposta. Já Itálica, Life Empresarial, Metrópole, Prevent Senior, Santa Amália, São Cristóvão, Cabesp, Caixa Econômica Federal, Sabesprev, Cetesb, Petrobrás, Metrus, Afresp, Embratel, Gama e Sabesprev não negociaram.

Para o presidente do Simesp, Cid Carvalhaes, a insatisfação dos profissionais ficou clara. A assembleia avaliou as negociações como insuficientes e decidiu manter a suspensão. "O Simesp concorda, apoia e participa ativamente da coordenação deste movimento. É importante a unidade das entidades médicas para enfrentar o forte loby das operadoras. Os médicos exigem respeito e querem seu trabalho valorizado”.

Coletiva - No dia 5 de setembro, acontecerá uma coletiva de imprensa com representantes das entidades médicas, na sede da APM. Na ocasião, serão apresentadas mais informações sobre os valores praticados e as dificuldades dos médicos no relacionamento com as operadoras.

Após coletiva, acontecerá uma passeata em direção à Câmara Municipal, quando os médicos entregarão aos vereadores um documento com dados sobre valores praticados pelos planos de saúde. Participaram da assembleia. Os diretores Aizenaque Grimaldi de Carvalho, Antonio Carlos Cruz e Otelo Chino Júnior, do Simesp, participarão do evento.

As informações são do Simesp.



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