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22/01/14
EMS dispara na liderança em medicamentos genéricos
Dados do IMS Health mostram que companhia encerrou 2013 com participação de 31,07%. A principal concorrente, Medley, ficou com 19,35%
Da redação

O grupo EMS, comandado pelo empresário Carlos Sanchez, disparou na liderança no mercado de genéricos, segundo dados do IMS Health. Os números revelam que a companhia nacional encerrou 2013 com participação de 31,07%. Já a principal concorrente, Medley, do grupo francês Sanofi, ficou com 19,35%. Em terceira no ranking, a Hypermarcas ficou com participação de 12,61%. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A EMS e a Medley são arquirrivais no mercado nacional de genéricos e disputam o porcentual de participação em comprimido vendido no segmento. Nos dois últimos anos a briga pela liderança começou a ficar acirrada.

A Medley dominou o mercado até 2011. O grupo Sanofi promoveu uma verdadeira reestruturação na sua gestão entre o final de 2012 e o início do ano passado, devido a uma perda de participação da companhia nesse setor.

Além da mudança no comando da Medley, com a entrada do executivo Wilson Borges, ex-CEO do laboratório italiano Zambon, Heraldo Marchezini, presidente do grupo Sanofi, deixou a empresa e Patrice Zagamé, ex-Novartis, assumiu o comando da farmacêutica no Brasil.

A perda de participação da Medley, comandada pela família Negrão até o fim de 2009, quando foi adquirida pelo grupo francês, tem sido significativa. Em 2013, a companhia fechou com 19,35%, queda de 7,1 pontos porcentuais sobre 2012. Em 2012, a Medley tinha 31,2%.

Avanço – Gigantes desse setor, como a Hypermarcas, querem avançar nesse vazio deixado pela vice-líder. Em 2012, a companhia encerrou o ano com 10,01% e subiu para 12,6% no ano passado.

Outras farmacêuticas, que estão entre as dez maiores no ranking, também mudaram de posição. A Teuto, que tem a Pfizer como acionista, saiu da quinta posição em 2012 para a quarta em 2013, com participação de 8%.

De sexta em 2012, a nacional Eurofarma subiu para a quinta maior. O Aché, com 6,24% em 2013, caiu da quarta para sexta posição. As companhias Prati-Donaduzzi, Novartis, Nova Química e Merck, respectivamente, completam as dez maiores.

De acordo com um levantamento da Pró Genéricos, até o final do ano, dez novos medicamentos de referência (inovadores) devem ter suas patentes vencidas. Esses produtos registram, juntos, receita de cerca de R$ 750 milhões, que pode ser absorvida, em boa parte, pelos laboratórios de genéricos.



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