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03/02/14
ePharma compra In Health após capitalização
Aquisição possibilitará à ePharma agregar ao seu Ebitda um montante de R$ 6 milhões até o final de 2015
Da redação

A ePharma, empresa que presta serviços de assistência farmacêutica e gerencia programas do governo como o Farmácia Popular, comprou a In Health, empresa de gestão que também atua no mercado de saúde, por um valor não informado. As informações são do Valor Econômico. 

A In Health importa medicamentos que são produzidos à base de biologia molecular para o governo brasileiro, através de um programa de remédios de alto custo. Ação que é considerada uma das maiores apostas da indústria.

Segundo Carlos Pappini Jr., fundador da In Health e futuro diretor na ePharma, um dos programas do governo é o de medicamentos de biologia molecular e oncologia, com orçamento de R$ 5 bilhões. 

Os recursos para a aquisição são provenientes de um aporte feito pelos fundos de investimento americanos Valiant e Aberdare, que compraram 45% do capital da ePharma no começo de 2013 por R$ 70 milhões.

Com a aquisição da In Health, será possível à ePharma agregar ao seu Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) um montante de R$ 6 milhões, até o fim do próximo ano. 

Em 2013, a ePharma registrou receita bruta de R$ 52 milhões. Mas o grande salto deverá acontecer neste ano, já que a empresa está prestes a fechar contrato com uma operadora de planos de saúde que fará com que o seu faturamento dobre para R$ 100 milhões.

Este ano a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) passou a exigir que os planos de saúde paguem os custos de medicamentos oncológicos de uso domiciliar. Haverá a gestão de um trabalho que compreende desde a compra do medicamento junto à indústria farmacêutica até a entrega ao usuário. "Esse é um tipo de trabalho que está fora do escopo do plano de saúde", afirma Luiz Carlos Monteiro, presidente da ePharma, 

Para essa nova demanda, em 2013, a ePharma criou uma empresa para se concentrar na entrega de medicamentos especiais. São produtos que demandam um tratamento diferenciado como, por exemplo, refrigeração entre outras normas definidas pela Anvisa.

A 4Bio, importadora de medicamentos de alto custo para hospitais, clínicas e operadoras de planos de saúde, é outra empresa que está de olho no novo nicho de mercado. No fim de 2013, a empresa criou uma divisão para atender convênios médicos, que passaram a ser obrigados a pagar por medicamento oncológico.

A 4Bio já fechou contrato com cinco operadoras: Tempo Assist, Golden Cross, Care Plus, Unimeds de Juiz de Fora e de Uberlândia. Segundo André Kina, fundador da 4Bio, até então, a empresa só importava medicamentos. Mas os planos de saúde começaram a demandar por serviços de compra e entrega de remédios especiais. 

"A maioria dos medicamentos de alto custo exige refrigeração. A pontualidade é outro item fundamental, por exemplo, em tratamentos de fertilidade em que a mulher precisa tomar a remédio no horário exato", complementou Kina.

A 4Bio encerrou o ano de 2013 com receita de R$ 92 milhões, representando um crescimento de 42% em relação a 2012. Desde a sua fundação, em 2005, a empresa vem registrando taxas de expansão na casa dos 50%, mas esse é um patamar difícil para ser mantido. Esse foi um dos motivos que levaram Kina a agregar valor ao trabalho de sua empresa que estima um aumento de 30% no faturamento neste ano.



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