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28/02/18
Genéricos crescem o dobro do mercado total de medicamentos entre 2015 e 2017 e aumentam participação em doenças crônicas
Anconrado no bionômio qualidade e preço, vendas do segmento em unidades crescem 29,73% no período (contra 15,18% do mercado total), com avanço de share em tratamentos para hipertensão e controle de colesterol
Da redação

A venda de medicamentos genéricos tem crescido nos últimos três anos, segundo dados do IQVA, instituto que audita as vendas do varejo farmacêutico no mercado brasileiro. Entre 2015 e 2017, as vendas de genéricos aumentaram 29,73%, enquanto o mercado farmacêutico cresceu apenas 15,18$ no mesmo período do ano. 

De acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o fenômeno é maior no caso de algumas classes de medicamentos para doenças crônicas, que afetam mais de 57 milhões de brasileiros.

Os medicamentos genéricos utilizados para controle do colesterol cresceram 59,82% entre 2015 e 2017. Nesse período, a participação das vendas de genéricos nesta classe de medicamentos saltou de 44% para 58% de share. A maior parte do crescimento se deu ano passado. Em 2016, os genéricos representavam 48% das vendas de anti-lipêmicos no país e fechou 2017 com 58% de participação, um salto de 10 pontos percentuais. Similares e medicamentos de referência que detinham juntos 56% de participação em 2015, fecharam 2017 com 42% de share.

 Seguros, confiáveis e com preços de mercado em média 60% menores que os medicamentos de referência, os genéricos se consolidaram como alternativa de tratamento para milhares de brasileiros que são afetados por doenças crônicas. Os genéricos para anti-hipertensivos também registraram avanços significativos nos últimos 3 anos.

As vendas em unidades para esta classe terapêutica cresceram 34% entre 2015 e 2017. Com isso, o share dos genéricos no mercado total de anti-hipertensivos saltou de 64% para 70% nos últimos 3 anos. Medicamentos de referência e similares, que detinham 36% de participação, passaram a 30% de share neste intervalo (recuo de 6 pontos percentuais).

 Com estes resultados, a participação combinada de genéricos em medicamentos para colesterol e hipertensão saltou de 61,12% em 2015 para 68,54% em 2017, um avanço de 7,42 pontos percentuais. Os genéricos chegaram ao mercado em 1999, proporcionando aos brasileiros desde então uma economia de mais de R$ 106 bilhões em gastos com medicamentos. O valor considera apenas o impacto do valor 35% menor previsto em lei para os genéricos frente aos medicamentos de referência.

A economia proporcionada, entretanto, é significavelmente maior, uma vez que em média os genéricos custam 60% menos que os medicamentos de referência. O índice também não captura a redução de preços que os fabricantes de medicamentos de referência têm que fazer em seus produtos para se manterem competitivos depois da chegada dos genéricos.

Tags: genérico, PNS, IBGE


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