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30/04/14
Inovação em saúde ganha reforço com polo de tecnologia na USP
Paulo Henrique Fraccaro, presidente-executivo da Abimo: é importante ampliar a competitividade e a capacidade de inovação para as empresas brasileiras
Valor Econômico

O interior paulista abriga um dos principais polos de tecnologia da saúde do país. Formado por 150 empresas dos segmentos de equipamentos médicos, hospitalares e odontológicos, biotecnologia, fármacos, cosméticos e saúde animal, no mês de março o polo recebeu um reforço através da inauguração do Supera Parque de Inovação e Tecnologia, instalado no campus da Universidade de São Paulo (USP), em Ribeirão Preto. Segundo Marco Antonio Zago, reitor da universidade, a iniciativa privilegia o desenvolvimento tecnológico e a transferência de conhecimento para o setor produtivo. As informações são do Valor Econômico.

O empreendimento é resultado de uma parceria entre a Fundação Instituto Polo Avançado de Saúde (Fipase), a USP, a Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto e a Secretaria de Desenvolvimento do Estado de São Paulo. O objetivo é criar um ambiente propício à inovação e impulsionar o desenvolvimento científico e tecnológico na região. As metas são atrair empresas que realizam pesquisa e desenvolvimento e investem em produtos inovadores nas áreas do complexo industrial da saúde, biotecnologia, tecnologia da informação e bioenergia.

Por oferecer serviços e apoio para o desenvolvimento de projetos, o empreendimento exerce importância para o segmento de pequenas e médias empresas de base tecnológica. Além disso, influi no desenvolvimento regional, canalizando oportunidades em setores que servirão de apoio às empresas instaladas no parque. Segundo Eduardo Cicconi, gerente do Supera Parque, a nova fase será de urbanização dos lotes para instalação de indústrias, e receberá aportes de R$ 12,1 milhões do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

Para a produção nacional de equipamentos para a saúde e biotecnologia, setores estratégicos e com mercado ainda pequeno no país, o parque tecnológico de Ribeirão Preto representa um apoio importante. Dados da Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios (Abimo) revelam que 61% dos insumos utilizados do segmento são importados. Paulo Henrique Fraccaro, presidente-executivo da instituição, afirma que trata-se de um mercado pequeno, de US$ 5 bilhões. "Por isso, é importante ampliar a competitividade e a capacidade de inovação para as empresas brasileiras", disse. O setor também é marcado pelo desempenho das empresas de menor porte, que dominam a fabricação brasileira de equipamentos e insumos.

Entre os negócios que buscam um maior mercado está a FigLabs Pesquisa e Desenvolvimento, que estuda técnicas avançadas para utilização no segmento de diagnóstico por imagem, como a vibromagnetoacustografia - método que permite o uso da ultrassonografia em exames como os do trato digestivo. Thiago Almeida, diretor-comercial da empresa, explica que com o uso da técnica, é possível evitar exames invasivos, a exemplo da endoscopia. 



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