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22/04/13
Libbs Farmacêutica terá fábrica para produção de medicamentos biológicos
Investimento do laboratório irá contribuir para reduzir a dependência tecnológica em áreas estratégicas para a saúde
Da Redação

A Libbs Farmacêutica, empresa 100% brasileira, vai construir e operar uma planta com capacidade para produção e desenvolvimento de medicamentos biológicos no Brasil. A nova unidade, que começará a ser construída em 2013, representará uma expressiva contribuição para capacitar o Brasil nas atividades que permitam superar a dependência estrutural em saúde, destacando-se o fortalecimento do parque produtivo nacional e a redução da vulnerabilidade brasileira em relação ao mercado internacional. Na nova planta, a ser operada sob a marca Libbs Biotec, ocorrerá o processo produtivo completo, compreendendo as etapas de cultivo, expressão, isolamento e purificação, formulação, envase e embalagem final do biomedicamento, bem como todas as operações para controle de processo e de qualidade.

Para dar início à sua operação de biotecnologia, a Libbs firmou uma parceria com a Mabxience S.A. (empresa pertencente à farmacêutica Chemo, ambas do Grupo Insud) que prevê a transferência de tecnologia da produção de sete anticorpos monoclonais biossimilares para o tratamento de câncer e doenças autoimunes. O acordo assinado no dia 17 de abril, em Brasília, na presença do Ministro da Saúde Alexandre Padilha, e do secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Carlos Gadelha, reflete os objetivos do Complexo Econômico Industrial da Saúde (CEIS).

“Acreditamos que este momento é muito importante não apenas para a Libbs, mas para o País, porque abre caminho para a nossa independência e o domínio tecnológico de uma área até então inacessível para a indústria brasileira, possibilitando o acesso à biotecnologia de 2ª geração, que tem revolucionado o tratamento de diversas doenças e assumido parcela cada vez maior na introdução de novos fármacos”, afirma Alcebíades de Mendonça Athayde Junior, Vice-Presidente de Negócios da Libbs.
“Nossa planta é a primeira na América do Sul com capacidade para produzir anticorpos monoclonais, que são utilizados para o tratamento de diversos tipos de câncer e doenças autoimunes.  A disposição do Ministério da Saúde brasileiro de adquirir medicamentos da Libbs Biotec ratifica mais uma vez que a cooperação público-privada e entre países do Mercosul contribuem para o desenvolvimento científico e para a independência tecnológica de nossos países, disse Hugo Sigman, CEO do Grupo Insud e fundador da Chemo. 

Medicamentos biológicos são aqueles originados a partir de um processo biológico. Isto é, o princípio ativo do medicamento é obtido por meio do emprego industrial de micro-organismos ou células modificadas geneticamente, o que permite a produção de proteínas mais complexas, com menor efeito colateral do que as já existentes.
O primeiro produto da parceria já teve seu estudo clínico (o primeiro de medicamento biossimilar a ser conduzido por uma empresa brasileira) aprovado pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa e está em fase de avaliação na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).  O estudo envolverá cerca de 60 pacientes no Brasil, além de outros 190 pacientes em outros países da América Latina, da Europa, e da África do Sul.

Com vistas a acelerar o processo de construção e implementação da nova planta, ela será instalada no parque industrial da empresa, garantindo interação e sinergia com outras áreas da empresa. A nova planta representa um investimento de cerca de R$ 200 milhões e terá construção modular, de forma a acomodar linhas de produção independentes e dimensionáveis para acompanhar o crescimento da demanda desses produtos. A construção da nova planta tem previsão de término em 2016. As obras deverão ser concluídas em 2016, quando deverá ocorrer também a primeira entrega de medicamentos biossimilares produzidos lá.

O parque industrial da Libbs, localizado em Embu das Artes, a 23 km de São Paulo, ocupa uma área de mais de 150 mil m² e é composto por duas unidades, sendo uma química, de produção de Insumos Farmacêuticos Ativos (IFAs), que permite a verticalização de grande parte de sua produção, uma unidade farmacêutica, com capacidade produtiva de 120 milhões de unidades ao ano, e um Centro de Desenvolvimento Integrado – CDI, que reúne equipe multidisciplinar atuando na produção de conhecimento inovador aplicado ao desenvolvimento de medicamentos e novas rotas para a síntese de ingredientes ativos.

Medicamentos biológicos são aqueles originados a partir de um processo biológico. Isto é, o princípio ativo do medicamento é obtido por meio do emprego industrial de micro-organismos ou células modificadas geneticamente, o que permite a produção de proteínas mais complexas, com menor efeito colateral do que as já existentes.
O primeiro produto da parceria já teve seu estudo clínico (o primeiro de medicamento biossimilar a ser conduzido por uma empresa brasileira) aprovado pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa e está em fase de avaliação na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).  O estudo envolverá cerca de 60 pacientes no Brasil, além de outros 190 pacientes em outros países da América Latina, da Europa, e da África do Sul.

Com vistas a acelerar o processo de construção e implementação da nova planta, ela será instalada no parque industrial da empresa, garantindo interação e sinergia com outras áreas da empresa. A nova planta representa um investimento de cerca de R$ 200 milhões e terá construção modular, de forma a acomodar linhas de produção independentes e dimensionáveis para acompanhar o crescimento da demanda desses produtos. A construção da nova planta tem previsão de término em 2016. As obras deverão ser concluídas em 2016, quando deverá ocorrer também a primeira entrega de medicamentos biossimilares produzidos lá.

O parque industrial da Libbs, localizado em Embu das Artes, a 23 km de São Paulo, ocupa uma área de mais de 150 mil m² e é composto por duas unidades, sendo uma química, de produção de Insumos Farmacêuticos Ativos (IFAs), que permite a verticalização de grande parte de sua produção, uma unidade farmacêutica, com capacidade produtiva de 120 milhões de unidades ao ano, e um Centro de Desenvolvimento Integrado – CDI, que reúne equipe multidisciplinar atuando na produção de conhecimento inovador aplicado ao desenvolvimento de medicamentos e novas rotas para a síntese de ingredientes ativos.  



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