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06/05/16
Medicamentos mais caros puxam inflação da baixa renda em abril
IPC-C1 passou de 0,44% para 0,69% de março para abril, segundo FGV. Taxa para baixa renda ficou acima da registrada pelo resto da população
Da redação

O reajuste de 12,5% nos medicamentos, determinado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos, foi parcialmente transferido para os preços nas farmácias e contribuiu para elevar a inflação da cesta de produtos e serviços das famílias que recebem até 2,5 salários por mês, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). Com informaçõe do Valor Econômico, G1 e UOL.

Leia mais:
>> Medicamentos podem ser reajustados em até 12,5%

Isso motivou o aumeno do Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1), que subiu 0,69% no mê de abril, alta considerada bem acima da registrada em março, que foi de 0,44%. 

O indicador, em abril do ano passado, avançou para 0,74%. Com o resultado, o IPC-C1 passou a acumular alta de 3,82% no ano e de 9,94% nos últimos 12 meses.

Com relação às famílias de renda mas baixa, a inflação ficou acima da inflação geral, medida pelo IPC-BR, e registrou variação de 0,49% em abril. O IPC-C1 superou ainda o IPC-BR no acumulado em 12 meses, que subiu 9,24%.

A inflação de abril foi puxada pelo grupo Saúde e Cuidados Pessoais, que saiu de 0,36% para 3,49%, devido aos medicamentos, cuja alta passou de 0,13% em março para 7,02% no mês anterior.

O IPC-C1 é apurado em sete capitais: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Salvador, Porto Alegre e Brasília.

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