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16/05/16
Nós habilitamos o mercado para o compliance, diz CEO da Pixeon
Em entrevista à Diagnóstico durante a 46ª JPR, Roberto R. da Cruz afirma que o mercado deve parar de ver a crise como se fosse o fim do mundo dos negócios
Da redação

São Paulo – A Pixeon, uma das maiores empresas de tecnologia para a saúde do país, participou da 46ª Jornada Paulista de Radiologia (JPR), que reuniu os principais players do setor de diagnóstico por imagem do país e aconteceu no início de maio, em São Paulo. Na ocasião, Roberto Ribeiro da Cruz, CEO da Pixeon, falou à Diagnóstico sobre tecnologia, compliance, o posicionamento da empresa e o comportamento do mercado em relação à recente crise política e econômica que o país enfrenta.

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"Os clientes precisam se adequar a uma série de normas e legislações, e os nossos sistemas também cumprem essa função de maneira completa. Portanto, nós habilitamos o mercado para o compliance", disse Ribeiro. Conforme o gestor, a ética é uma preocupação cada vez maior do mercado de saúde. 

"Antigamente, as coisas iam se encaixando. Mas hoje, há uma condição sine qua non para operar de maneira correta no mercado. As empresas que praticam o compliance têm se destacado no mercado porque trata-se de um dos pilares. Primeiro vem a qualidade do serviço. Depois a inovação, que traz um diferencial. Mas o compliance é uma forma de sustentação para o crescimento", observa Ribeiro. 

Conforme o líder da Pixeon, inovação e tecnologia são meios. E trabalhar em cima das necessidades do mercado e dos clientes é o objetivo principal. "Nós temos a tecnologia no DNA. E produzir tecnologia e inovação para transformar a saúde significa identificar a necessidade, conhecer a tecnologia e, enfim, aplica-la", reforça.

Crise – Ainda de acordo com Ribeiro, a expectativa da Pixeon, mesmo em ano de retração, é continuar crescendo "na casa dos dois dígitos anualmente, e o congresso tem sido um marco importante para nosso relacionamento com clientes e prospects. 

O executivo acredita e diz que procura passar para o meu time a ideia de que é preciso identificar a oportunidade. "Não vai ser uma crise de um ano que vai fazer com que a gente deixe de investir. O Brasil precisa ter esse olhar e o mercado deve parar de perceber a crise como se ela representasse o fim do mundo dos negócios", completa.



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