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20/10/11
Lixo hospitalar: FBI se reúne com autoridades brasileiras para investigação
Governo de Pernambuco pede cooperação para solucionar caso de material apreendido em Suape
Da redação

Brasília - A pedido do governo pernambucano e da Polícia Federal (PF), agentes do FBI (do inglês, Escritório Federal de Investigação) se encontram em Pernambuco nesta quinta-feira (20), onde vão ajudar as autoridades brasileiras a investigar a importação irregular de toneladas de lixo hospitalar por uma empresa do polo têxtil pernambucano.

 

De manhã, o chefe do FBI no Brasil, Richard Carvalieros, e os agentes Alvin Medina e Pedro Moreira se reuniram com os superintendentes da PF em Pernambuco, Marlon Jefferson, e com a delegada responsável pelo inquérito na Polícia Civil. Também participaram da conversa o superintendente da Receita Federal, Luiz Fernando Teixeira, e os secretários estaduais de Defesa Social e da Fazenda.

 

Além de se inteirar sobre o andamento das investigações conduzidas pela PF e pela Polícia Civil do estado, os norte-americanos e as autoridades brasileiras trataram da forma como se dará o trabalho de cooperação. À tarde, os agentes do FBI visitarão o Instituto de Criminalística de Pernambuco, onde está parte do material apreendido nos dois contêineres retidos na última sexta-feira (14), no Porto de Suape, e nos três estabelecimentos comerciais pertencentes à empresa Na Intimidade, que funciona com o nome fantasia Império do Forro de Bolso.

 

A Império do Forro pertence ao empresário Altair Teixeira de Moura, que, ontem (19), prestou depoimento à PF em Caruaru. Moura se disse inocente, alegando não saber que o material que importava – segundo informações preliminares, pelo menos desde 2009 – era lixo hospitalar. Segundo a PF, o empresário se apresentou espontaneamente e se prontificou a colaborar com as investigações.

 

APREENSÃO - Apesar de encontrar o material irregular na loja e no galpão pertencentes à Império do Forro, a Receita Federal e a Anvisa não confirmam se a empresa é responsável por importar as mais de 46 toneladas de lençóis, fronhas, toalhas de banho, batas, pijamas e roupas de bebês sujas de sangue retidas na semana passada, no Porto de Suape, em Pernambuco. As autoridades investigam se o material guardado na loja e no galpão é parte da carga de outros seis contêineres que, segundo a Receita Federal, a importadora recebeu desde o início do ano e que não foram fiscalizados pela alfândega.

 

“Ainda não sabemos se os outros contêineres continham o mesmo material. O advogado da empresa [com quem o inspetor se reuniu pela manhã] alega que não, mas nós queremos saber o que foi feito de todo o material, se ele foi empregado na produção ou descartado”, disse o inspetor-chefe da Alfândega da Receita Federal no Porto de Suape, Carlos Eduardo da Costa Oliveira, à Agência Brasil, na última sexta-feira.



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