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16/11/17
Philips usa A.I para entender a codificação genética
Segundo o CEO da empresa no Brasil, Renato Carvalho, deixar o ramo de eletrônicos foi uma decisão corajosa
Da redação
No início dos anos 2000, a Philips abandonou a área de eletrônicos  O Brasil representava 50% de todo o faturamento da empresa  e passou a apostar na área de saúde. Por aqui, a gigante holandesa já tem projetos em mais de mil instituições, porém, como 75% da população brasileira não tem plano de saúde, as dificuldades de acesso aos serviços do setor ainda são muito grandes.“É impossível pensar em saúde no país sem trabalhar com o governo”, afirma o CEO da Philips no Brasil, Renato Carvalho.

A empresa europeia possui o maior número de patentes no mundo: 80 mil. De acordo com Carvalho, a companhia tem dois grandes centros de inovação no Brasil e está usando a inteligência artificial para entender toda a codificação genética. “Usamos mapeamento genético para desenvolver produtos”, diz.

Sobre o modelo de negócios da empresa no país verde e amarelo, o CEO informa que a Philips se posicionou como uma integradora da saúde. Segundo o executivo, a companhia oferece desde software até processos e soluções financeiras na área da saúde. “Deixar o setor de eletroeletrônicos foi uma decisão corajosa", analisa. 



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