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28/03/13
Preço dos remédios deverá subir até 6,31%
Valores podem ser reajustados a partir deste sábado (30), segundo determinação do governo. Na prática, alta dos preços deve chegar às farmácias entre os dias 8 e 10 de abril
Fonte: Uol

O reajuste dos preços de remédios é realizado anualmente no mesmo período e considera fatores como expectativas da inflação, ganhos de produtividade das empresas de medicamentos, e o preço dos insumos usados na produção dos remédios. Para a inflação, deverá ser utilizado o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), acumulado entre março de 2011 e fevereiro de 2012, calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com o presidente da Associação Brasileira do Comércio Farmacêutico (Abcfarma), Pedro Zidoi, o aumento é feito sobre os preços cobrados pela indústria farmacêutica. Mas, normalmente, o reajuste do comércio é parecido com o da indústria. Segundo ele, o reajuste pode variar entre 2,7% e 6,31%, dependendo do tipo do remédio. Na média, a variação será de 4,59%.

Reajuste ocorre sempre no dia 1º de abril - O motivo pelo qual o governo controla os preços cobrados pela indústria farmacêutica, é para evitar abusos. Segundo Pedro Zidoi, toda farmácia possui uma lista com o preço máximo que pode cobrar por cada medicamento. Uma vez por ano, no mesmo período, p preço é reajustado. Em 2012, por exemplo, o aumento máximo autorizado foi de 5,85%. "Dessa forma, não se pode aumentar o preço do remédio da gripe, por exemplo, quando chega o inverno, e a demanda por esse tipo de medicamento é maior", diz.

Sindicato da indústria diz que cálculo do aumento é "discutível" - O Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (Sindusfarma) afirma que que o governo aplica um método de cálculo "discutível", que reduz o reajuste dos medicamentos e "prejudica muitas empresas". Segundo o órgão, as empresas não conseguem repor o aumento de custos de produção no período.

O Sindusfarma afirma que, desde 2011, a indústria farmacêutica enfrenta "fortes pressões de custo", principalmente com pessoal, insumos e matérias-primas importadas. Com a alta da cotação do dólar, os custos da indústria teriam aumentado. Segundo o sindicato, em 2012, por exemplo, os medicamentos subiram 4,11% em média, enquanto a inflação geral foi de 5,84%, segundo o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) do IBGE.

*As informações são do UOL.



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