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15/10/14
Saúde foi o tema de abertura do primeiro debate do segundo turno
Faltaram propostas de Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) para a área
da Redação

Os candidatos à presidência começaram o debate por abordar temas da saúde, mas faltaram as propostas para a área.

Dilma começou por falar do programa "Mais Especialidades", que pretende implantar em um eventual novo governo. Se trata de uma rede de clínicas com participação do sistema público, privado e de instituições filantrópicas, para possibilitar que consultas, exames, tratamento e cirurgias de pequeno e médio porte possam ser feitas mais rapidamente.

Quando a candidata do PT pediu a opinião de Aécio, a resposta do tucano foi "O que eu quero é mais saúde, com mais investimento do governo federal. A sua proposta é a nossa proposta".

Os programas de ambos não diferem nesse ponto. O programa do PSDB pretende melhorar o atendimento médico especializado, organizar e ampliar o acesso a consultas especializadas, exames e diagnóstico, com a construção de centros regionais de especialidade e o estímulo à abertura de consultórios populares.

Aécio falou exatamente dessa semelhança, dizendo que "parece que temos aqui dois candidatos de oposição, não há continuidade" e concluiu lamentando que o governo do PT "não tenha feito ao longo do seu mandato o que propõe agora". Dilma respondeu dizendo "Quem vê suas propostas agora pensa que o senhor é um candidato de situação".

Aliás, o debate ficou marcado pela troca de acusações e a discussão ficou centrada em torno de números sobre a saúde, não só a nível federal, mas com foco no estado de Minas Gerais.

Dilma Rousseff acusou o governo de Aécio de não cumprir o mínimo constitucional de 12% do orçamento estadual de investimento na saúde, o que representaria um desvio de R$ 7,8 bilhões.

Segundo a petista, só em 2013 os governos do PSDB em Minas passaram a cumprir o investimento mínimo em saúde.

Para Aécio a causa do baixo investimento terá sido a ausência de regulamentação, que permitia que cada Estado definisse quanto investir na área. Segundo a Folha de São Paulo, o investimento mínimo nessas áreas, foi estabelecido por Dilma em 2012, através da emenda 29. Também em 2012, o governo mineiro se comprometeu a fazer um aumento gradual dos investimentos em saúde e educação, assinando um termo de ajustamento de gestão com o Tribunal de Contas do Estado.

O ex-governador de Minas responsabilizou o governo federal pelos baixos investimentos em saúde e lembrou que, segundo o SUS, Minas Gerais tem a melhor saúde da região Sudeste

Segundo a Folha, a evolução das despesas federais no setor, porém, segue regra criada no governo do tucano Fernando Henrique Cardoso, que determina aumento de acordo com o crescimento da economia.

Esse foi o primeiro dos 4 debates programados. Os candidatos se encontram de novo no dia 16 de outubro na SBT (parceria com UOL e Jovem Pan), no dia 19 na Record e o último debate será dois dias antes da votação, dia 24 de outubro, na Globo.

Créditos da foto: Portal da Band



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