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12/04/18
Saúde suplementar apresenta crescimento de 2,2% em um ano
Região Sudeste apresenta mais de 7 mil cargos formais no setor
Da redação

De acordo com o boletim mensal do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), o estoque total de empregos na saúde suplementar apresentou crescimento em todas as regiões do país em fevereiro de 2018. O resultado, divulgado pelo "Relatório de Empregos na Cadeia da Saúde Suplementar", mostra o número de trabalhadores empregados pela cadeia de saúde suplementar - que engloba os fornecedores de materiais, medicamentos e equipamentos; prestadores de serviços de saúde; e operadoras e seguradoras de planos de saúde.

Entre fevereiro de 2017 e 2018, o total de pessoas empregadas formalmente no setor cresceu 2,2%, enquanto o total da economia teve uma pequena variação positiva de 0,1%. "Desde o lançamento do relatório, em abril de 2017, o setor de saúde suplementar sempre foi um contraponto com o total da economia", avalia o superintendente executivo do IESS, Luiz Augusto Carneiro.

Para o superintendente, ainda é cedo para comemorar, mas a estabilidade registrada no período pela economia como um todo pode ser o começo de um avanço do trabalho formal do país.

O destaque de crescimento do número de empregos na saúde suplementar no país, fica para a região Sudeste, com saldo positivo de mais de 7 mil postos formais. Porém, mesmo com saldo positivo, o setor apresentava crescimento estagnado desde outubro de 2017. Em fevereiro, o segmento apresentou o saldo de contratações de 6.410 pessoas. Esse valor representa quase 10% de todo o fluxo de emprego nacional, que teve saldo positivo de 61.188 postos formais de trabalho no mesmo mês.

O segmento de Fornecedores foi o que apresentou maior crescimento, de 2,4%, seguido por Prestadores, com alta de 2,2%, e Operadoras, com expansão de 2,2%. Na cadeia produtiva da saúde suplementar, o subsetor que mais emprega é o de prestadores de serviço (médicos, clínicas, hospitais, laboratórios e estabelecimentos de medicina diagnóstica), correspondendo a 2,4 milhões de ocupações, ou 71,5% do total do setor. Já o subsetor de fornecedores emprega 823,1 mil pessoas, 24,1% do total. As operadoras e seguradoras empregam 152,4 2 mil pessoas, ou seja, 4,5% da cadeia.

Vale lembrar que o IESS criou um indicador de base 100, tendo como ponto de partida o ano de 2009 para deixar mais clara a relação entre os empregos gerados pelo setor de saúde suplementar e o conjunto da economia nacional. Em fevereiro de 2018, o índice para o estoque de empregos da cadeia suplementar foi de 137, mesmo nível do mês anterior. Já o número-índice da economia total manteve-se em 109, como tem ocorrido desde dezembro de 2017.



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