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07/01/15
Sem fusão com Fleury, Hermes Pardini negocia aquisições
CEO Roberto Santoro: com aquisições relevantes, a empresa pretende se aproximar de um faturamento de R$ 1 bilhão em 2015
Valor Econômico

O laboratório mineiro Hermes Pardini planeja fechar pelo menos duas aquisições em 2015. Com as conversas em andamento, a empresa deve estrear em novas praças. Atualmente, suas unidades estão em São Paulo, Rio de Janeiro e nas regiões metropolitanas de Goiânia e Belo Horizonte. As informações são do Valor Econômico.

Conforme Roberto Santoro, presidente do Hermes Pardini, com aquisições relevantes, a empresa pretende se aproximar de um faturamento de R$ 1 bilhão este ano. Em 2013, a companhia faturou R$ 600 milhões e a receita de 2014 deverá ficar em torno de R$ 750 milhões. 

Segundo o executivo, o laboratório tem crescido de forma descolada do desempenho da economia, assim como o setor, e isso reflete o maior consumo de serviços de saúde, tanto por parte mercado privado quanto do público. Atualmente, a empresa mineira é a terceira maior do país em faturamento.

Nos últimos anos, o Hermes Pardini cresceu em parte devido à sua política de aquisições. De acordo com Santoro, como toda empresa em crescimento, além do crescimento orgânico esperado para os próximos anos, a intenção é crescer através das aquisições de grandes marcas, principalmente, em grandes capitais. 

Alem disso, o executivo acrescenta que já existem conversas e, para 2015, espera-se pelo menos mais duas novas aquisições. "A exemplo das aquisições anteriores, o plano é usar uma mistura de capital próprio e financiamento bancário nas próximas compras", completou.

Entre 2013 e 2014, o número de unidades do Hermes Pardini aumentou em 30%, totalizando 106. Já a localização das novas aquisições são mantidas em sigilo, mas Pardini adianta que são preferencialmente em outros mercados e não onde a empresa já está.

O Hermes Pardini opera em duas frentes: em atendimento direto aos clientes finais e na prestação de serviços a outros laboratórios menores espalhados pelo país. Nessa frente, a empresa detém a liderança e disputa mercado com o grupo Dasa. 

Santoro afirma ainda que a empresa fará um novo lançamento do serviço apoio aos laboratórios. Isso passará por um esforço para aumentar a qualidade dos serviços, com mais precisão, melhor logística, melhor relacionamento com laboratórios. 

A empresa fez investimentos em novos processos de atendimento, em 'contact center', em logística, em fluxos internos de atendimento, e investimentos que vão ser materializados em 2015. Em 2014, a empresa investiu R$ 50 milhões, não só nesse movimento, mas também na abertura de unidades de TI.
Em 2011, os Pardini venderam 30% do negócio para o fundo Gávea. Uma parcela dos R$ 300 milhões usados na operação veio do fundo soberano de Abu Dhabi, o Abu Dhabi Investment Authority (Adia), maior fundo soberano do Oriente Médio.

No ano passado, o Gávea negociou por meses a aquisição do Laboratório Fleury. A transação, uma vez realizada, envolveria o fechamento de capital do Fleury e a fusão com o Pardini. Mas a família do empresário mineiro achou que o valor que sua empresa fora avaliada, cerca de R$ 2 bilhões, estava baixo. As negociações entre o Gávea e o Fleury naufragaram oficialmente no fim do ano.

As informações são do Valor Econômico.



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