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18/02/16
Síria: Bombardeio a hospital da MSF deixou pelo menos 25 mortos
De acordo com um porta-voz da entidade em Beirute, ao todo morreram nove funcionários e 16 civis, incluindo pacientes e uma criança
Da redação

O bombardeio que atingiu um hospital ligado à organização Médicos sem Fronteiras (MSF), nesta nesta segunda-feira (15), na província rebelde de Idleb, noroeste da Síria, matou pelo menos 25 pessoas, segundo a avaliação mais recente da MSF. Com informações da agência AFP.

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Na terça, a entidade havia anunciado que o ataque tinha matado 11 pessoas, mas acrescentou que ainda haviam corpos sendo procurados nos escombros. De acordo com um porta-voz do MSF, em Beirute, ao todo, morreram no nove funcionários e 16 civis, incluindo pacientes e uma criança. Além disso, pelo menos 11 pessoas ficaram feridas, incluindo dez funcionários do hospital. A unidade tinha 30 leitos com duas salas de cirurgia, ambulatório, sala de emergência e 54 funcionários.
 
Anteriormente, o Observatório Sírio para os Direitos Humanos (OSDH), com sede no Reino Unido, atribuiu o bombardeio a aviões russos. Na terça-feira, (16), Bashar Jaafari, embaixador sírio na ONU, acusou o MSF de trabalhar para os serviços secretos franceses. De acordo com Jaafari, o hospital foi instalado sem a permissão do governo sírio pela rede francesa Médicos Sem Fronteiras, um ramo do, segundo ele, serviços de inteligência franceses que operam na Síria.

Nesta terça, o porta-­voz do presidente russo Vladimir Putin negou as acusações de que aviões do país atacaram o hospital na Síria. De acordo com Dmitry Peskov, a acusação representa mais um caso de acusação contra a Rússia feita sem provas.

Em Moscou, o embaixador sírio Riad Haddad acusou a aviação norte americana de ter destruído o hospital. Até o momento, nenhum governo assumiu a autoria do ataque. Os Estados Unidos não comentaram a acusação do embaixador sírio, mas condenaram os bombardeios e criticaram mais uma vez o regime sírio e sua aliada, a Rússia. 

Em um duro comunicado, o secretariado de Estado criticou a brutalidade do regime de Bashar al Assad e pôs em dúvida a vontade e capacidade da Rússia de contribuir para detê-la.



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