home notícias Tecnologias
Voltar Voltar
10/01/13
Aplicativos apontam a saída para crise em sistemas de saúde
Expectativa é que 44 milhões de apps de saúde sejam baixados em smartphones e tablets em todo o mundo, a maioria deles é gratuito
Da Redação, com informações da Exame

Nos últimos 50 anos, os gastos com saúde pública nos EUA aumentaram mais do que o produto interno bruto (PIB) do país. Durante um evento sobre saúde digital realizado nesta terça-feira (08), na CES, em Las Vegas, especialistas avaliaram que os EUA e outros países desenvolvidos atravessam uma crise no sistema de saúde, considerados incapazes de dar conta financeiramente das necessidades dos cidadãos. 

A utilização de soluções de saúde móvel, especialmente aquelas de caráter preventivo, através das quais os próprios pacientes possam acompanhar sua saúde, é tida como uma salvação para o setor. 

Andrew Thompson, da Proteus Digital, defende que “o centro do universo não pode estar mais nos grandes hospitais ou planos de saúde, mas nas próprias pessoas, gerenciando sua saúde”. A empresa de Thompson criou uma pílula de material orgânico que, quando ingerida, transmite informações de dentro do corpo humano para o smartphone do paciente, passando a monitorar o funcionamento do corpo.

Órgãos reguladores europeus aprovaram o equipamento e ele começará a ser comercializado em seis semanas na Europa. O executivo espera que ainda este ano as vendas sejam aprovadas nos EUA. 

Alguns dados foram apresentados no painel. Até o momento, 30 milhões de devices de saúde móvel feitos para serem “vestidos” ou plugados ao corpo, como podômetros em forma de pulseira, por exemplo, já foram comercializados em todo o mundo. 

Espera-se que 60 milhões sejam vendidos nos próximos três anos e, para 2013, a expectativa é de que 44 milhões de aplicativos de saúde sejam baixados em smartphones e tablets em todo o mundo, a maioria deles gratuita.

Reed Tuckson, representante da gigante do ramo de saúde nos EUA, a UnitedHealth, não chegou a se posicionar contra a descentralização do controle da saúde, mas propôs a troca de informações entre pacientes e médicos. “Se uso um app para monitorar minha saúde, deveria enviar as informações para o meu médico ou para o meu plano hospitalar. Aí é que está a revolução para um grupo como o nosso”, afirmou.

*As informações são da Exame.



PUBLICIDADE

Newsletter

Cadastre-se e receba as novidades do Diagnosticoweb em seu e-mail

agenda

facebook

© Copyright 2012, Diagnósticoweb . Todos os direitos reservados.