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08/10/12
Clínicas obtêm produtividade ao adotar videoconferência
João Aguiar, system engineer da Polycom, falou à Diagnóstico sobre as vantagens da ferramenta no mercado de saúde brasileiro
Da Redação

Líder global em soluções de videoconferência, a Polycom tem registrado crescimento de 30% a 40% no mercado brasileiro, com clientes como Unimed, Hapvida e a Rede Universitária de Telemedicina entre os maiores cases globais da companhia. João Aguiar, system engineer da Polycom, falou à Diagnóstico sobre as vantagens da ferramenta. 

Revista Diagnóstico – Quais as aplicações das videoconferências no setor de saúde?
João Aguiar – Tornamos a comunicação mais simples em três níveis básicos. O primeiro é o uso ligado ao tratamento do paciente, através de equipamentos para reuniões de equipes médicas para discussão de caso, segunda opinião e treinamentos. Na área administrativa, a videoconferência surge como uma ferramenta vital no processo de integração das equipes, sobretudo quando observamos o movimento de consolidação do mercado médico-hospitalar no Brasil. O terceiro uso ocorre também na área administrativa, na discussão de contas médicas e no relacionamento dos planos de operadoras junto a hospitais. 

Diagnóstico – Quais as vantagens da tecnologia em HD?
Aguiar – A alta definição em videoconferência oferece não apenas boas imagens, mas também um áudio de melhor qualidade, possibilitando uma comunicação mais fluente entre as equipes. Com a troca de informações mais clara, os resultados das reuniões por videoconferência são muito mais produtivos. Na área de oncologia, as cores, a nitidez e os detalhes da imagem de determinado tecido são fundamentais para que uma equipe médica possa colaborar à distância no 
tratamento.

Diagnóstico – Como os equipamentos são adaptados para atender às necessidades do setor médico-hospitalar?
Aguiar – Nossa abertura permite que câmeras especializadas, como dermatoscópios e câmeras de videolaparoscopia, sejam interconectadas no sistema de videoconferência. Recentemente, um hospital transmitiu uma cirurgia minimamente invasiva para uma equipe – que pode assistir remotamente ao procedimento em um auditório, recebendo em um telão as imagens do paciente e em outro monitor os movimentos das mãos do cirurgião operando o instrumento. É como se eles estivessem no centro cirúrgico ao lado do médico.

Diagnóstico – É possível adotar a tecnologia em instituições de pequeno porte?
Aguiar – Já atendemos clínicas de pequeno porte que utilizam a videoconferência tanto para reuniões administrativas, como para o apoio médico remoto. Um bom exemplo são as pequenas clínicas que não têm todos os especialistas na área de patologia, mas podem conversar com laboratórios de diagnóstico através da videoconferência para obter uma opinião. A videoconferência pode ser feita do tablet, do celular ou mesmo do 
computador. 

Diagnóstico – Como uma instituição deve se preparar para adotar a videoconferência?
Aguiar – É fundamental fazer um estudo da aplicação e da finalidade da videoconferência para aquela determinada clínica, identificando as soluções mais adequadas para seus objetivos. Com o estudo da rede de relacionamento e das aplicações da tecnologia, os horizontes do cliente se tornam muito maiores. Muitas vezes, a instituição não sente necessidade de utilizar a videoconferência, mas ao adotá-la obtém produtividade, rentabilidade e conhecimento que a diferenciam no mercado.

*Entrevista publicada na revista Diagnóstico, nº 15.



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