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26/06/12
Estudo testa ultrassom em pílula para acelerar ação de remédios
Desenvolvida por pesquisadores do MIT, pesquisa está em fase de teste com animais
Da redação


Um novo estudo tem testado o ultrassom em pílulas para acelerar o processo de absorção de remédio pelo corpo. Conhecido como uPill, o sistema emite ondas ultrassônicas para turbinar a ação da droga no tecido do aparelho gastrointestinal. As informações são do jornal "Folha de S. Paulo".

A companhia de engenharia biomédica Zetroz e cientistas do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) realizam atualmente experimentos com animais para checar se a uPill atravessa o aparelho digestivo sem provocar nenhum dano. A Zetroz já desenvolveu um dispositivo semelhante - um adesivo que libera remédio na pele do doente.

O ultrassom tem sido usado para acelerar a transferência de drogas pela pele, ao mesmo tempo em que eleva a capacidade de absorção. Ao aquecer as moléculas existentes dentro do tecido cutâneo, torna mais permeável as membranas do mesmo.

O novo método é particularmente bom para remédios usados no tratamento de tumores e em diferentes tipos de vacinas. Para diabéticos, a pílula poderia substituir as injeções de insulina no futuro. 

O pesquisador Daniel Anderson, do MIT, acredita que a pílula poderia criar uma classe totalmente nova de drogas. Mas admite que, pelo custo de cada pílula - entre R$ 40 e R$ 60 -, ela seria acessível a poucas pessoas.



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