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20/12/12
Exército dos EUA deverá utilizar Kinect na recuperação de soldados
Tecnologia está sendo desenvolvida pela Microsoft junto com a força aérea norte-americana para ajudar veteranos e feridos em guerra. Principal vantagem é o baixo custo da ferramenta
Da Redação

Um programa de computador que utiliza o sensor de movimentos Kinect – tecnologia usada em jogos eletrônicos que permite interagir sem a necessidade das mãos – está sendo desenvolvida pela Microsoft, junto com a força aérea dos EUA, para ajudar na fisioterapia em casa de veteranos e soldados feridos em guerra. A ferramenta e os requisitos do sistema estão sendo definidos com o centro de pesquisa e engenharia do exército do país.

Uma das principais vantagens de se utilizar o Kinect em fisioterapias é o custo. O preço do aparelho nos EUA é de apenas US$ 200 e, fora o conforto do tratamento em casa, o valor final é mais barato que o deslocamento ao hospital. O Kinect foi lançado em 2010 para o videogame Xbox 360 e tem versões para o PC. A Microsoft trabalha no desenvolvimento de uma versão específica para uso de militares.

De acordo com Phil West, diretor de soluções para o setor público da companhia, A Microsoft está empenhada em garantir que o Departamento de Defesa está ciente das capacidades do produto. “Os cenários incluem funções relacionadas à fisioterapia, mas também abrangem treinamento e simulação, interfaces interativas e assim por diante”, disse. 

Para a criadora do Windows, diversos setores, da marinha norte-americana ao setor de medicina do exército – onde o sensor poderia ser usado para operar instrumentos cirúrgicos por gestos –, já demonstraram interesse no Kinect. A tecnologia já é utilizada em diversos centros cirúrgicos. A Microsoft também analisa a possibilidade de utilizar o Kinect em sessões de terapia anônimas e on-line, para pacientes que sofrem de pós-stress traumático.

Precisão – O sensor do Kinect (Project Natal) – um aparelho com cerca de 23 cm – permite o reconhecimento facial perfeito da pessoa que está em frente do console, sensor de profundidade, que permite que o acessório escaneie o ambiente a sua volta em três dimensões, microfone embutido, que além de captar vozes próximas, consegue diferenciar os ruídos externos, e detecta 48 pontos de articulação do corpo humano. 

Segundo West, o exército americano poderia utilizar avatares (simulação digital). Isso permitiria o anonimato e possibilitaria uma conexão mais segura entre soldados e terapeutas ou psiquiatras.

*Com informações da Folha de São Paulo.

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