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14/11/11
Para consultor, redes sociais podem gerar crises de imagem
Silvio Tanabe é consultor e autor do blog Clínica de Marketing Digital, e especialista em desenvolvimento de soluções para internet
Da redação

Consultor e autor do blog Clínica de Marketing Digital, o paulista Síl­vio Tanabe atua em parceria com a Magoweb, empresa especializada no desenvolvimento de soluções para internet para pequenas e médias empresas. Tanabe falou à Diagnós­tico sobre o uso das redes sociais no setor médico-hospitalar.

 

Revista Diagnóstico - Do ponto de vista estratégico, o que o uso das novas mídias agrega às fer­ramentas tradicionais?

Silvio Tanabe - O trabalho com as redes sociais deve sempre ser vis­to não apenas como uma forma de promoção, mas como um espaço de interação entre instituições e seus públicos-alvo (pacientes, familiares e até mesmo os profissionais de saúde). No entanto, as atuações on­line e off-line devem estar integra­das. Não adianta o hospital “X” fazer um anúncio na TV falando sobre as suas maravilhosas instalações se, ao entrarmos no Facebook, encontra­mos páginas “Odeio o hospital X”. Fica clara a importância de se moni­torar o que se fala sobre a empresa nas redes sociais, de modo que seja possível tomar as providências ne­cessárias.

 

Diagnóstico - Os hospitais e clí­nicas podem ser alvo de críticas nas redes sociais?

Tanabe - Clientes insatisfeitos po­dem gerar verdadeiras crises de ima­gem. Imagine uma pessoa que con­sidera que o hospital foi negligente no tratamento de seu familiar e re­solve postar um vídeo no You Tube para reclamar.

 

Diagnóstico - É preciso ser uma grande empresa para se lançar nas redes sociais?

Tanabe - Essa atuação não depende do porte da empresa. O que é pre­ciso é ter um planejamento prévio. O primeiro passo é identificar quem são os públicos de interesse e onde eles se concentram. Se for identifica­do que a maioria das pessoas inte­ressadas em algum tratamento pos­sui uma comunidade no Orkut, por exemplo, é importante atuar nessa rede fornecendo orientações.

 

Diagnóstico - De que forma os médicos e profissionais do se­tor devem ser envolvidos nesse processo?

Tanabe - Em primeiro lugar, é pre­ciso conscientizá-los da importância das redes sociais como canal de

relacionamento não só com os pa­cientes, mas com o público em ge­ral. Facebook e Twitter, por exemplo, não são apenas “coisas de adoles­centes e gente desocupada”, mas ferramentas que podem auxiliar esses profissionais no seu trabalho de orientação, divulgação, comuni­cação e interação com as pessoas. Afinal, independentemente de se querer ou não, elas podem estar fa­lando bem ou mal do seu hospital ou da sua clínica neste exato momento.

 

Diagnóstico - O mercado já di­ferencia as empresas que se po­sicionam nas redes sociais?

Tanabe - No segmento de bens de consumo isso já é uma realidade, mas varia de acordo com o perfil de produto e público. Por isso é difícil generalizar ou entrar no campo dos hospitais e clínicas. Mas posso dizer que atuar nas redes sociais pode se constituir em um forte diferencial para o segmento devido ao interes­se do público em ter mais informa­ções e orientações sobre tratamen­tos, opinião de profissionais, etc.



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