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13/03/15
Siemens e Faculdade de Medicina da USP iniciam novo marco na pesquisa brasileira
O equipamento irá auxiliar a FMUSP em pesquisas voltadas à neurologia e principalmente, alcançar um novo marco nos procedimentos de autopsia
Da Redação

A Siemens Healthcare, em parceria com a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) inaugurou no último dia 13 de março, no Hospital das Clínicas em São Paulo (SP), a instalação do MAGNETOM 7T, equipamento de ressonância magnética com elevada qualidade de resolução de imagem que será utilizado pela Universidade em uma nova linha de pesquisa científica. O equipamento, primeiro 7T da América Latina, é voltado exclusivamente para a pesquisa avançada em anatomia, patologia digital com foco em  Neurologia e suas doenças degenerativas, como Alzheimer e Parkinson.
  
“Estamos satisfeitos em apoiar centros de pesquisas que possam agregar e transformar o conhecimento que temos sobre a neurologia na medicina atual. Temos orgulho de poder disponibilizar nossa tecnologia e oferecer soluções inovadoras que são direcionadas à pesquisa, abordando novas possibilidades para a melhoria da saúde no País”, ressalta Armando Lopes, diretor da Siemens Healthcare Brasil.
 
A Siemens mantém parcerias para o uso do MAGNETOM 7 Tesla em pesquisas de importantes instituições como a NYU, nos Estados Unidos, Universidade de Oxford, na Inglaterra e o German Cancer Center em Heidelberg, na Alemanha.  “A Siemens possui uma sólida base instalada de 7 Tesla em várias regiões do mundo, o que nos possibilita trazer ao Brasil um grande conhecimento do que é desenvolvido nos grandes centros acadêmicos em outros países. A própria USP, que é referência na área de pesquisas científicas, será um celeiro de novos projetos e também contará com o nosso patrocínio para a disponibilização de um doutorado voltado especificamente à área”, afirma Fernando Narvaez, diretor de Imagem e Terapia da Siemens Healthcare do Brasil.
 
O equipamento MAGNETOM 7 Tesla produzido pela Siemens tem como grande diferencial a sua capacidade de oferecer o mais alto grau de resolução de imagens entre os equipamentos existentes no mercado. “Seu grande diferencial é a obtenção de visualizações nítidas de órgãos como o cérebro, por meio de imagens em 3D com resolução de 0.2mm isotrópico, apresentando detalhes estruturais de grande importância como o hipocampo, não visíveis em procedimentos de rotina em hospitais. Por meio desta inovação, é possível estudar a função e a conectividade do cérebro com diferentes técnicas, abrindo assim, novos caminhos para a Neurociência e a pesquisa de Neurodoenças”, explica Ralph Strecker, gerente de Colaboração e Pesquisa da Siemens Healthcare do Brasil.
 
A Faculdade de Medicina da USP, que vêm investindo em pesquisas sobre a anatomia unida à especialidade de radiologia, trabalha com a Plataforma de Imagem na Sala de Autopsia (PISA), que busca a unificação do Serviço de Verificação de Óbitos da capital paulista a um parque tecnológico de soluções que possam combinar os estudos científicos referentes à anatomia e à radiologia e suas correlações. O equipamento MAGNETOM 7 Tesla entra como um importante facilitador para tornar digital não só os procedimentos de autópsias, mas também oferecer ferramentas que auxiliem o estudo de doenças neurológicas, oncológicas e sobre o envelhecimento.



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